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Montezuma Cruz

Árvore da felicidade


Árvore da felicidade - Gente de Opinião
Não sei bem a sua reação, prezado (a) leitor (a), mas me sinto feliz em passar ao lado desta árvore, única na extensão de oito quilômetros da Avenida Calama, em Porto Velho.

Meia hora atrás, fotografei-a no canteiro em frente à loja Chic Flor Store. Pensei novamente: nossa Capital poderia ser igual a Maringá (PR) e Brasília (DF), onde existem verdadeiros bosques nas áreas centrais e na periferia.

Essa árvore da Avenida Calama é a mesma cujos pés foram pintados de verde-amarelo por torcedores fanáticos do bairro Quatro de Janeiro, na derradeira Copa do Mundo. Coitada, podaram-lhe os galhos e ainda violaram esse que chegaria um dia a ser o seu tronco franzino, porém, tão forte quanto aroeira.

Para se avaliar o amor botânico por nossas espécies, lembremos que até hoje nenhum expert se apresentou para dizer qual a espécie dessa valente planta que nos dias de vento e chuva forte do inverno amazônico ainda não se vergou e, como disse inicialmente, segue alegrando a quem se deixar admirá-la.

Diariamente, conservacionistas ou devastadores passam por ela, rumo às lojas, lanchonetes, restaurantes, mercados, ou para casa. 

Louvada seja! olhai por ela, São Francisco de Assis.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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