Sábado, 21 de setembro de 2019 - 09h57

O
capital político do presidente Jair Bolsonaro começou com ativo espetacular de
58 milhões de votos e um Ministério recheado de amigos da Amazônia. Seus superministros
– Paulo Guedes na Economia e Sergio Moro na Justiça – prometiam força no ajuste
econômico e no combate à corrupção.
Muito
já se perdeu: feita prioritária, a “pauta de costumes”, vinculada a ideologias
extremistas, desuniu ainda mais o país. O governo deixou escapar das mãos a
iniciativa das reformas, o combate à corrupção está em xeque e a Amazônia vive
um estado de angústia sem precedentes, iniciado com ataque à Zona Franca e
agravado pelo drama ambiental.
Negar
e atacar inimigos não funciona. Foi assim que o lulismo caiu em desgraça: negou
o Mensalão e o Petrolão, deixou de ouvir a parte racional da oposição, e
descuidou da infraestrutura, sobretudo na Amazônia, onde granjeou um apoio que
não soube corresponder.
Está
na hora de uma autocrítica do passado e corrigir os erros do presente. O
divisor de águas poderá ser o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro
marcado para o dia 24, em Nova York, na assembleia geral da ONU. Se a
diplomacia funcionar, o Brasil receberá apoio para uma política de
desenvolvimento com preservação, sem a qual ficará difícil retomar a confiança
dos investidores e dos clientes de nossos produtos.
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O confronto
Logo
depois da convenção nacional do MDB, marcada para o mês que vem, teremos as
convenções estaduais. A grande expectativa esta em Rondônia na disputa pelo
controle do partido que tem atualmente o comando alinhado com o ex-senador Valdir
Raupp e sua esposa a ex-deputada Marinha Raupp, derrotados na eleição de 2018 e
de outro lado o grupo liderado pelo ex-governador e atual senador Confucio
Moura.
A fantasmarada
Se
tem uma medida certa tomada em Rondônia nos últimos anos é o Termo de Ajustamento
de Gestão-TAG adotado pelo Ministério Público de Rondônia, Tribunal de Contas
do Estado e o MPC determinando o ponto eletronico nos órgãos públicos, como foi
o caso da Saúde. É a maneira mais direta de combater a fantasmarada que voltou
a proliferar com intensidade nestas bandas.
Agenda cheia
De
passagem por Ji-Paraná, onde cumpriu agenda cheia até ontem, o governador
Marcos Rocha (PSL) que participou da Expojija enfatizou a importancia do
alinhamento do seu governo com a esfera federal, ou seja, com o seu parceiro de
caserna, o presidente Bolsonaro. A pujança do agronegócio, principalmente a
soja, a carne, leite e seus derivados também foi enaltecida pelo governador,
tendo reflexos no crescimento da eonomia.
O garimpo
Mesmo
com o Rio Madeira apinhado de dragas e balsas gerando emprego e renda, o
garimpo do ouro não tem refletido em melhorias no comércio da região portuária
e do centro histórico. Com o preço do ouro lá nas alturas, cotado quase a R$
200 mil o quilo o que se vê é um perfil do garimpeiro atual nas balsas bem
diferente daquele do auge da lavra no Madeirão quando o que era obtido era
gasto na farra. Agora, os gastos são mais responsáveis.
Forças armadas
Rondônia,
que já era, desde agosto beneficiada com a prorrogação das ações das tropas federais
para proteger a Penitenciária Federal de Porto Velho, que seria ameaçada por
mercenários estrangeiros, também foi alvo de ajuda com a prorrogação das ações
das forças armadas no combate ao fogaréu em toda a Amazônia legal até 24 de outubro,
ao custo de R$ 1,5 milhão ao dia gasto aumentado
com a utilização das aeronaves.
Via Direta
*** O PP de Ivo Cassol
começa a definir os candidatos a prefeitos do partido nos principais colégios
eleitorais de Rondônia para a eleição de 2020 ***Em alguns casos em aliança com o
Solidariedade de Daniel Pereira (Porto Velho), Tziu Jidaias (Ariquemes) e
Carlos Magno (Ouro Preto do Oeste) ***
Na capital, o PDT já seleciona nomes para a nominata de postulantes a vereança.
Terá chapa completa *** Guto do Sapiens já se movimenta como provável candidato
do Podemos ao Paço Municipal em Porto Velho, isto espeando que Leo Moraes caia
fora da peleja do ano que vem.
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