Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 - 08h20

Como
não há limites para a investigação científica – se houvesse, os rígidos princípios
religiosos do passado teriam queimado em fogueira todos os cientistas – uma
recente pesquisa avaliou se haveria alguma vida sobrevivente a um apocalipse climático
ou nuclear. Se a vida sobrevivente fosse própria da floresta amazônica, isso provaria
sua resiliência frente à desgraça suprema. No entanto, nem nesse ponto as
notícias são boas: se o apocalipse vier, a Amazônia não terá sobreviventes.
A
boa notícia é que a vida não vai acabar. Ela resistirá até ao pior cenário
possível. Será um processo tão difícil e detalhado, um definitivo milagre
reservado ao animal escolhido pelos céus para preservar a vida no planeta. Esse
escolhido, abençoado ou coisa que o valha, não será o homem, mas o tardígrado,
um bicho minúsculo de oito patas que ao ser descoberto, em 1773, foi batizado
como “ursinho de água”.
Com
a destruição da Terra, o milagre que o preservaria se chama “criptobiose”, segundo
a publicação científica IFL Science. Quando sentem a vida ameaçada, os
tardígrados se livram da água de seus corpos e se recolhem em uma cápsula
desidratada que só se reanimará quando as condições de vida retornarem ao
planeta. Algo impossível ao ser humano, que não foi “abençoado” por esse
mecanismo. Melhor manter o mundo em paz e proteger a natureza que pagar o preço
final da insensatez.
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Em desvantagem
Os
vices-governadores (as) da região Norte que estão nas pelejas pelos governos
estaduais estão entrando em desvantagem com os concorrentes. Assim é em Rondônia
com o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil), a vice governadora do
Acre Mailza de Assis, o vice governador
do Amazonas Tadeu de Souza e a vice governadora do Pará Anna Chasson Tuma. Exceto,
Sergio Gonçalves rompido com o seu titular rondoniense, os demais vices
disputam as eleições apoiando os respectivos governadores Gladson Cameli, no Acre,
Wilson Lima no Amazonas e Helder Barbalho no Pará em busca de cadeiras ao
Senado.
Sabatinas no ar
O
radialista Arimar Sá, comemorando 30 anos do seu programa a Voz do Povo, parte
deste período atualmente na Rádio Caiari, está iniciando uma serie de sabatinas
com os pré-candidatos ao governo de Rondônia, um dos reis da latinha em
Rondônia, com uma trajetória de liderança nos meios radiofônicos desde os
tempos da Rádio Rondônia. Arimar de Sá é o comunicador da capital que consegue
atingir boas audiências também no interior do estado. Desta forma a população tomará
conhecimento dos programas de governo dos pré-candidatos que serão ratificados
nas convenções de junho.
A BR paralela I
Idealizada
ao final dos anos 90, fruto de uma proposta do ex-governador Ivo Cassol e do
então deputado federal Expedito Junior, existia um projeto de uma rodovia
paralela a BR-364 para desafogar o trafego na espinha dorsal de Rondônia que
dizimava vítimas com tantos acidentes desde então. Esta rodovia teve sequência
com os governadores Cahula, com Confúcio Moura, com Daniel Pereira e alguma coisa
também já foi feita pelo atual governador Marcos Rocha. A estrada corta regiões
boiadeiras e plantações de soja desde o Vale do Guaporé, passando pela região
do Jamari até Chupinguaia, no Cone Sul rondoniense. Falta pouco para ser concluída
e com isto, todo mundo se unindo, podemos se livrar em parte pelo menos do satânico
pedagiamento imposto a Rondônia.
A BR paralela II
Para
a conclusão da BR alternativa é necessária a união do governador Marcos Rocha,
dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa, dos deputados federais e
senadores rondonienses no Congresso Nacional. Que deixem as paixões políticas
de lado, que os esforços sejam unificados com as entidades e associações
rurais. Que muitas emendas parlamentares efetuadas apenas para rachadinhas com compadres
agora sejam destinadas a estrada alternativa, que as grandes empreiteiras
também colaborem nesta empreitada, já que ganham rios de dinheiro explorando
obras públicas.
O chamamento
A
campanha ao governo estadual começa com polarização entre os candidatos Marcos
Rogerio (PL), até agora considerado o favorito para a peleja e o prefeito de
Cacoal Adailton Fúria (PSD), com as bênçãos do atual governador Marcos Rocha. O
titular do Palácio Rio Madeira já está fazendo um chamamento as lideranças
políticas para ingressarem no PSD e se alinharem com a postulação de Fúria a
sua sucessão. O ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves (PSB) acaba de entrar
na briga e na capital já se transformou na candidatura mais vitaminada, numa
disputa que promete ser bem equilibrada entre estes três blocos formados.
Via Direta
*** E a revolta pela volta da cobrança
do pedágio na BR 364 se espalha por Rondônia, Acre e Amazonas. O custo dos transportes
de alimentos está encarecendo a vida na região Norte*** O custo político virá
nas eleições 2026 principalmente com a bancada federal rondoniense que não teve
competência para liquidar a coisa no ninho ***
O PRD e a sua federação com o Solidariedade surge com seis parlamentares
estaduais em Rondônia, mas na janela partidária do mês que vem pode perder
alguns representantes para o PL *** A Zona Leste em Porto Velho vai se
alastrando e se aproxima de Candeias do Jamari. A região concentra a maior
parte do eleitorado da capital, o dobro dos eleitores da região central.
Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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