Sábado, 9 de outubro de 2010 - 07h51

O plano tático
Mas não foi a toa que Ivo e Cahulla se surpreenderam com a derrota no primeiro turno. No plano tático, a maquina governista realmente tinha montado um esquema imbatível no meio rural. O estado foi dividido em quase 20 regiões, cada um com um secretário regional, tinha mais o acompanhamento ao eleitorado da máquina de Emater, mais a do deputado da região, mais a do prefeito mais popular da região. E benesses a valer para a colonada.
Voto urbano
O que desmontou a poderosa máquina governista foi o voto urbano. Respaldado pelo prestigio de ter sido o melhor prefeito de Rondônia nos últimos anos, pelos formadores de opinião, por uma aliança com as paliçadas reforçadas, e na reta final pelo voto útil, Confúcio Moura embalou o pé e tem condições de até dobrar a vantagem no segundo turno com esta imagem vitoriosa conquistada.
A bala de prata
Mas enquanto os adversários buscam uma bala de prata – no sentido figurado, é claro, caro leitor: aquele projétil que na literatura de terror mata até vampiro e lobisomem - é bom que o PMDB e aliados não subestimem o inimigo. Uma coisa é uma boa projeção e tendência de vitória, outra é dormir de touca e subestimar o adversário. Tem um novo esquema cassolista no meio rural andando e outro agora, para o voto urbano. Se fosse eu, não daria mole.... Clique e leia a coluna "Sem papas na lingua" do jornalista de Opinião Carlos Sperança.
Fonte: Carlos Sperança - csperanca@enter-net.com.br
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