Porto Velho (RO) segunda-feira, 18 de novembro de 2019
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Carlos Sperança

O cliente tem razão + Top 5 dos prefeituráveis da capital + Obras da EFMM estão lentas +


O cliente tem razão + Top 5 dos prefeituráveis da capital + Obras da EFMM estão lentas +  - Gente de Opinião

O cliente tem razão

O caso de uma invasão de área indígena com desmatamento e queimada ilegais que demorou 28 anos na esfera judiciária anima novas agressões, já que um processo se arrastar por décadas funciona como prêmio ao crime. Ao contrário, uma campanha inimiga para explodir contra o Brasil no Primeiro Mundo demora o tempo do rastilho de pólvora queimar.

A China, paciente, ainda está imune a essa campanha, mas na Europa já estourou e é urgente vencê-la com sabedoria e boas práticas. É verdade que o Brasil tem soberania sobre sua porção amazônica, mas é igualmente verdade que o cliente sempre tem razão e não pode ser tratado a caneladas. Bons e razoáveis argumentos são requeridos em caso de incompreensões.

Porque o cliente tem razão, os produtores brasileiros nas vendas aos países árabes se comprometem a seguir fielmente o sistema halal, que respeita a religião islâmica. A julgar pelo presente cerco aos produtos brasileiros acusados de relações com o desmatamento ilegal e as queimadas criminosas, o ambientalismo virou uma espécie de nova religião mundial.

Nossa fantástica nova safra de soja não veio do desmatamento irregular. A produção irregular foi mínima. Mas será que apenas a soja proveniente de crimes ambientais será boicotada? Campanhas raivosas e negativas tendem, infelizmente, a ser generalizantes. É preciso vencer a raiva e a negatividade.

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Nas paradas

No top 5 dos preceituáveis da capital entrou um estranho no ninho: o ex-deputado federal Lindomar Garçon (Republicanos) que já foi candidato a prefeito de Porto Velho em duas oportunidades. Não se sabe ainda se ele tentará novamente o Paço Municipal ou mesmo, se pretende emplacar uma candidatura como vice do prefeito Hildon Chaves (PSDB), mas seu nome já é lembrado nas primeiras sondagens eleitorais.

A mobilização

Sob a presidencia do líder histórico do socialismo moreno em Rondônia Ruy Motta, provável candidato a prefeitura de Porto Velho, o PDT abriu reuniões já na nova sede do Diretório Estadual, na rua Salgado Filho, Bairro São João Bosco. Entre os assuntos em pauta, esta a mobilização e a definição da nominata de candidatos a vereadores. No pleito 2020 não haverá coligação. A chapa será puro sangue com 33 postulantes.

Àgua abaixo

As obras de correção no Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré seguem a passo de tartaruga depois que o enroncamento desmoronou e foi por água abaixo.   Com isto, esta sumindo uma boa carta do prefeito Hildon Chaves (PSDB) para seu projeto de reeleição. Por conseguinte, a sonhada orla da beira rio foi para as cucuias neste ano, talvez só para 2020 e olhem lá.

A prudência

Como prudencia e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, a deputada federal Mariana Carvalho, presidente estadual do PSDB esta espichando suas bases para o interior do estado. Os municípios mais visados são Jaru, na bacia Leiteira, e Vilhena, aonde sua família mantém as faculdades do Grupo Finca. O eleitorado da capital esta cada vez mais fragmentado e eventuais perdas em Porto Velho precisam ser compensadas no interior como ocorreu em 2018.

Em expansão

As chamadas rádios comunitárias estão ganhando força e seguem em ritmo de expansão no estado de Rondônia. Durante a semana, a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado, aprovou atos que autorizam os serviços das emissoras nos municípios de Colorado do Oeste, Ouro Preto do Oeste e Mirante da Serra. Também foram aprovadas novas rádios comunitárias no Ceará, Minas Gerais e Santa Catarina.

Via Direta

 *** E a inauguração da ponte na Ponta do Abunã foi proclastinada mais uma vez e na anunciada Usina Hidrelétrica de Tabajara, em Machadinho do Oeste não foi dado nem o pontapé inicial *** Convenhamos, esta maré não é das melhores para as obras federais em Rondônia *** O porto do Cai N’Água e a Rodoviária seguem como cartões de visitas as avessas da capital rondoniense *** Nas duas regiões proliferam cracolândias e marginais a espreita *** Mais organizadas, as categorias de mendigos e viciados em drogas e cachaça rondam as padarias no café da manhã e os restaurantes ao meio dia *** A estratégia mais recente é pedir pacote de arroz de 10 quilos (custa R$ 10,00) para trocar por drogas ou vender por R$ 5,00. È coisa de louco! *** Ainda são muitos pontos comerciais fechados nas avenidas Carlos Gomes e 7 de setembro no centro histórico da capital *** Com isto não é de se estranhar que a taxa de desemprego ainda continue elevada em Porto Velho.    

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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