Sábado, 20 de abril de 2019 - 10h13

Em contagem regressiva para a Rondônia
Rural Show, ainda sob o calor do atrito gerado pelo anúncio de transferência da
Embaixada dos Brasil em Israel para Jerusalém uma nova crise irrompe nas
relações entre os agropecuaristas e o governo federal: a suspensão pelo BNDES
de novos financiamentos nos utilíssimos programas Moderfrota (compra de
tratores, colheitadeiras e outros equipamentos) e Inovagro (inovação
tecnológica).
Felizmente, uma das
características do governo Bolsonaro não é a teimosia. Sabe voltar atrás quando
reconhece erros ou excessos. No caso de outro atrito que corroía as relações
entre o agronegócio e o governo há fatos que devem jogar uma pá de cal na
reversão desse problema.
Primeiro, a ministra da
Agricultura, Tereza Cristina, tentará no início de maio ampliar as exportações
de carne suína, bovina e de frango ao mercado oriental, além de tratar das
exportações de soja. Segundo, o vice-presidente Hamilton Mourão também tem
programada uma visita à China. Em fins de maio ele vai tratar de uma ampla
pauta de relações entre os dois países, inclusive investimentos daquele país
aqui. Terceiro, a China sofre neste momento com uma danosa peste suína e o
Brasil pode socorrê-la com qualidade. O cargueiro se ajeitará nas viagens.
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Ponte do Abunã
Ressabiados com a esculhandação em
Rondônia onde a qualquer momento se fecha a BR 364 com cheia ou protesto e seu abastecimento
fica comprometido, a bancada federal do Acre se uniu ao governador Cameli para
juntar recursos para a conclusão da ponte sobre no Abunã em Rondônia. Como se
sabe, a ponte seria entregue em setembro, mas faltaram recursos e a inauguração
deve ser adiada.
Novo momento
Sob nova direção, o SGC vivencia
um novo momento com o diretor geral Acássio e o superintendente de jornalismo
Solano Ferreira. Os progressos são visiveis, com o alinhamento editorial
unificado. Novos programas na TV, novo projeto gráfico para o jornal Diário da Amazônia e um novo designer
para o portal na internet do grupo editorial esta sendo criado, visando melhor eficiência dos órgãos de comunicação.
Mais médicos
Com a saída dos médicos cubanos, o
Brasil padece com um sério problema para atender comunidades indígenas e
interioranas em Rondônia e em todo Brasil. Ocorre que a maioria dos médicos
brasileiros só quer trabalhar nas capitais e nas grandes cidades. Alguns
municípios atingidos pela evasão destes profissionais já estão apelando para
auxilio-moradia e auxilio-refeição.
Os caminhoneiros
Ainda divididas quanto a uma
paralisação nacional, algumas entidades ligadas aos caminhoneiros já marcaram
para o próximo dia 29 de abril nova paralisação nacional. Estradas, pontes, entradas
e saídas das cidades poderão ser bloqueadas causando grandes transtornos, como
ocorreu no governo Temer. E nisto, os petistas podem aproveitar para aumentar a
bagunça.
Circo de horrores
O Palácio do Planalto esta preparado
para um grande confronto na paralisação nacional dos caminhoneiros, onde devem
se unir, desde petistas e seus puxadinhos, a índios, sem terra e extremistas
infiltrados. E ainda pode rolar anexo protestos contra o projeto da reforma da previdência junto e misturado. Por isto a guarda nacional já foi convocada para
proteger os três poderes.
Via Direta
*** O cancelamento de titulos eleitorais e o despovoamento de alguns
municípos preocupam vários prefeitos rondonienses *** Ocorre que a perda populacional reflete na queda
do rateio do Fundo de Participação dos Municípios - FPM *** Em Porto Velho, no entanto, existe reposição populacional ***
Muita gente saindo, mas muita gente chegando, equilibrando a peleja *** Na verdade, o grande problema da capital
é a questão do desemprego agravada nos últimos anos.
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