Porto Velho (RO) quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
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Carlos Sperança

A receita de Mourão + Jogo de empurra + Areia movediça + No bico do corvo


A receita de Mourão + Jogo de empurra + Areia movediça + No bico do corvo - Gente de Opinião

A receita de Mourão

Além da floresta, sua biodiversidade e povos, defendidos pelos mais corretos agentes do Estado, ongs e imprensa vigilante, alguém mais precisa receber uma defesa à altura das suas necessidades: os agropecuaristas amazônicos que cumprem as leis. Colocados no mesmo saco de pressões por crimes que não cometeram – queimadas e desmatamento sem controle, invasões, grilagem e contaminação de águas – não é justo que os inocentes paguem pelos pecadores.

O agronegócio e a agricultura familiar são fundamentais para a segurança alimentar do mundo. Precisam de um cenário internacional em que o Brasil não seja o bandido da história. O desmatamento, com viagens clandestinas de caminhões carregados de madeira extraída de áreas indígenas, leva ouro para o crime organizado, enquanto o produtor que cumpre as leis continua sob pressão. Se até para criminosos há medidas educativas e meios para compensar danos, os produtores honestos deveriam ser ouvidos em seus anseios e necessidades.

Ao representar o presidente Jair Bolsonaro no Vaticano, no ato de canonização da Santa Dulce, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que a Igreja Católica e o Brasil têm interesses comuns para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Apontou, portanto, o caminho ideal: valorizar os pontos em comum e dialogar sobre o resto, sem gritarias nem insultos.

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Jogo de empurra

Segue o jogo de empurra entre a prefeitura de Porto Velho e o governo do estado – se prolonga há quase duas décadas – sobre a construção da nova rodoviária da capital. Atualmente o projeto se encontra com técnicos do governo do estado de Rondônia, que depois de estudos a respeito da obra decidirá se vai repassar ou não ao prefeito Hildon Chaves. A grande verdade é que tão cedo o logradouro não saí.

Areia movediça

Com intereses dispares, com multiplas ideologias, o PSL do presidente Jair Bolsonaro se transformou num pantanal repleto de lamaçais com areia movediça. Seja em Rondônia, aonde o grupo político de Bagatoli foi defenestrado, ou em Brasília, a brigarada com direito a puxada de tapete segue com troca de insultos, arrependimentos, idas e vindas, num verdadeiro balaio de gatos.

As candidaturas

O PDT vem para 2020 com algumas candidaturas já ganhando impulso, como Rui Motta (Porto Velho) Geraldo da Rondônia (Ariquemes) e Marcito Pinto (Ji-Paraná) a reeleição. Os encontros regionais vão definir no inicio do ano várias postulações do partido em todo o estado, onde a legenda liderada pelos senador Acir Gurgacz e deputada federal Silvia Cristina esta representado.

A retomada

Por falar em PDT, o advogado e jornalista Dalton di Franco foi conclamado pela militância para retomar sua carreira política disputando a prefeitura de Porto Velho no que vem. O comunicador que já foi vereador, deputado estadual e vice-prefeito da capital deve participar de prévias no partido, que também tem Rui Motta nas paradas. Dalton ainda tem um capital político importante em sua trajetória.

No bico do corvo

A propósito de disputas intestinas no PSL de Rondônia, corre nos meios políticos que um importante secretário de estado já estaria no bico do corvo. Sua sulpa? Ser Bagatolista. Já rola uma caça as bruxas no partido rondoniense. Todo suspeito de ser adepto do desafeto do governador Marcos Rocha e fiel a Bagatolli é visado e já esta com o prazo de validade vencida no Centro Político e Administrativo.

Via Direta

*** A oposição começa a afinar as trombetas e rufar os tambores contra o prefeito Hildon Chaves (PSDB) *** A partir de agora, durante o inverno amazônico, a vida do alcaide tucano será um inferno *** Chovendo pouco, será culpa dele, chovendo muito pior ainda *** Já saiu o primeiro aluguel de R$ 120 mil de um rolo de rachachá feito por políticos rondonienses e um imporante empresário do ramo de precatórios com órgão público *** Caboclos mamadores é o que não falta nesta capital de Rondônia *** E assim os financiadores de campanha vão se garantindo e enricando geometricamente *** O final de ano é marcado por mamatas em órgãos públicos, propinas a granel, diárias de montão e vida boa para os funcionários fantasmas *** Como se vê, os políticos e seus cupinchas já estão se preparando para um Natal gordo *** Com as redes sociais malhando donos de TV (não a nossa Rede TV) e jornais eletrônicos (não o nosso Diário) por defender a Energisa a coisa tá pegando fogo *** Fala-se até em político procurando a Energisa para fazer um “vale”. Será?

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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