Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 - 08h25

Para
a imensa maioria dos brasileiros, imaginar a vida sem café é um pesadelo. Velho
parceiro de todas as manhãs, que muitos têm como companhia ao longo do dia, o
café sofre muito com variações climáticas e poderá desaparecer se não for
revertida a tendência de elevação da temperatura da Terra para 4°C até 2100,
caso as condições de degradação ambiental não sejam corrigidas.
O
aviso – ou ameaça – vem de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista
(Unesp). Se o café chegar a ser uma planta extinta, sempre restará para as
manhãs um bom suco de laranja. Sim, mas provavelmente muito caro, pois as
mesmas condições climáticas adversas que tendem a impactar o café vão
dificultar a produção de cítricos. A elevação já visível na temperatura aumenta
a proliferação de doenças e pragas, com inclinação para afetar negativamente os
hábitos humanos de consumo.
Ficará
mais caro sobreviver com o clima alterando o mapa mundial da produção. A
laranja paulista vai virando sul-mato-grossense. O vinho francês passa a ser
inglês e o chileno migra do Norte para o Sul. Sendo o Brasil um dos maiores
produtores de alimentos do mundo, devido às suas condições climáticas variadas
em regiões distantes, alterações negativas levarão a perdas volumosas nas exportações.
O país todo vai sofrer e de nada valerá “direita” acusar “esquerda” ou
vice-versa. Isso nunca adiantou e adiantará menos ainda quando o café faltar.
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Nada acertado
A União Progressista, fruto da fusão entre
União Brasil e Partido Progressista ainda procura um candidato a governador em
Rondônia para chamar de seu. Para as duas cadeiras ao Senado, inicialmente,
estavam garantidas as candidaturas do
atual governador Marcos Rocha pelo UB e a deputada federal Silvia Cistina pelo
PP. Com a possibilidade dos dois partidos integrarem a base do atual presidente
Lula nas eleições presidenciais os entendimentos emperraram. Com Lula e os
petistas, eu tem enorme rejeição em
Rondônia, um estado conservador bolsonarista, lideranças da coalisão aguardam o
desfecho das alianças nacionais para decidir o que fazer na janela partidária
que começa em março.
Eleições
2026
Passadas as festividades de Natal e Ano Novo,
com muitos políticos ainda em viagem de férias, o tema eleições começa a
prosperar nos municípios rondonienses. Seguramente o clima de eleições volta à
tona com mais força depois do carnaval, com o pontapé inicial dos partidos na
organização das suas nominatas para a disputa das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa
de Rondônia, de oito nomes para a Câmara dos Deputados, a renovação de duas
cadeiras ao Senado e a eleição de um novo governador. A janela partidária a
partir de março indo até o meio de abril é aguardada também com expectativa em
vista de troca-trocas partidários.
Outro
cargo
Especula-se nos meios políticos que o vice-governador
Sergio Gonçalves (União Brasil) está desistindo da candidatura a governador
depois da decisão do mandatário Marcos Rocha em permanecer no cargo. Com isto,
Sergio Gonçalves estaria mirando uma cadeira a Câmara dos Deputados. Não terá
dificuldade de ser incluído na nominata do partido, já que o União Brasil está
sob domínio do maninho Junior Gonçalves e recursos é que não faltarão para
impulsionar sua candidatura, já que o fundão eleitoral é extremamente generoso
com os partidos.
Coração
balança
O governador Marcos Rocha (União Brasil) que
rejeitou ingressar no PSD de Expedito Junior e do seu candidato a governador
Adailton Fúria, estuda as opções de apoio para sua sucessão. Alguns entraves
podem prejudicar seu apoio a Adailton Fúria depois que o PSD se rachou e parte
da legenda acompanhou Expedito Neto para as fileiras do PT, onde foi confirmado
como pré-candidato da esquerda para as eleições 2026. As outras opções de
Rocha, além de Fúria na sua sucessão são o atual presidente da Assembleia Legislativa
Alex Redano (Ariquemes) e o Coronel Braguim, ex-comandante da Policia Militar
de Rondônia.
Não
duvidem
Não duvidem se o governador Marcos Rocha voltar
atrás na decisão de permanecer no cargo. As pressões são grandes para que
dispute uma cadeira ao Senado, sua esposa Luana Rocha na peleja da Câmara dos Deputados
e o maninho Sandro Rocha a uma vaga a
Assembleia Legislativa. Rocha foi alertado que ficando fora das eleições e sem
um parente sequer eleito (a esposa Luana está bem colocada nas pesquisas a federal)
ele ficará pelado politicamente para futuros embates. Por conseguinte, o clã
Rocha estaria reavaliando sua decisão e sua volta a peleja ao Senado seria
anunciado nas convenções de junho juntamente com a base aliada governista.
Será? Não seria novidade. Hildon Chaves tinha desistido de disputar o governo,
voltou atrás e já está correndo trecho.
O
mistério
O mistério em torno da candidatura ao Senado do
governador Marcos Rocha (União Brasil) tem prazo para ser desvendado. Trata-se
do mês de abril quando será encerra o prazo de desincompatibilização dos
governantes para disputar cargos eletivos nas eleições de outubro. As suspeitas
de que será candidato aumentou desde que andou tomando partidos de aliados,
segue correndo trecho e ocupando espaço nos meios de comunicação. Se ele deixar
o governo em abril, vai também habilitar as pretensões de seus parentes que
buscam cargos para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.
Via
Direta
*** O PT
vai montando chapa para a Assembleia Legislativa
com a ex-senadora Fatima Cleide (Porto Velho) a atual deputada estadual Claudia
de Jesus (Ji-Paraná) e lideranças sindicais expressivas no estado *** Quem anda sumido das
lides políticas é o combativo Pimenta de Rondônia conhecido pelos seus embates
ao governo de Rondônia e Prefeitura de Poro Velho *** Mesmo com quase seus 80 anos, Edgar Azevedo deixou a política, mas
não deixou sua paixão de sobrevoar o Rio Madeira onde já caiu umas três vezes,
mas sempre se saindo ileso *** Os ex-prefeitos de Porto Velho Tião Valadares
e José Guedes penduraram a s chuteiras. Estão fora das próximas disputas eleitorais.
Mas sempre atentos aos acontecimentos políticos.
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
É uma campanha sucessória estadual de idas e vindas, uma verdadeira corrida maluca em Rondônia
Não precisamOs nacionalistas sempre se preocuparam com a eventualidade de forças estrangeiras ocupando partes do território brasileiro. Chegou a vir

Hildon Chaves está retomado seu projeto de disputar o governo de Rondônia
Como sempre“Nunca antes na história deste país” é introdução dos rompantes de autoglorificação do presidente Lula da Silva. Ele jamais dirá que, com

Mais um avisoQual é o clima da Amazônia? Salvo alguma pequena divergência, na conta da vastidão regional, o clima é equatorial, caracterizado por se

Marcos Rocha e seu grupo vão empunhar a machadinha de guerra contra Marcos Rogério
Feliz o quê?Encerrado o otimismo protocolar de fim/início de ano, a vida exige mergulhar na realidade e transformar expectativa em ação, pois do con
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)