Segunda-feira, 10 de outubro de 2011 - 17h34

A Energia Sustentável do Brasil (ESBR) entregou hoje, 10, onze dias antes do prazo previsto, o projeto executivo do novo hospital de urgência e emergência que o Governo do Estado de Rondônia irá construir em Porto Velho, para tentar desafogar a superlotação há anos registrada no hospital João Paulo II, o único público da Capital a oferecer pronto-atendimento. Em uma solenidade às 9h, no Palácio do Governo, o representante da empresa, Carlos Alberto Silvestre, repassou o documento ao governador Confúcio Moura, para que possa proceder com a licitação.
O projeto foi elaborado pela empresa Pró-Saúde e custou R$ 910 mil, recursos que fazem parte das compensações sociais da Usina Hidrelétrica Jirau. Na entrega, Silvestre, representando o diretor Institucional José Lucio de Arruda Gomes, ressaltou que “o bom relacionamento que se estabeleceu entre a ESBR e o Governo de Rondônia facilitou mais essa doação. Nós estamos muito satisfeitos de ajudar a melhorar o atendimento à saúde. Queremos parabenizar o Governo por esta iniciativa de construir um novo hospital”, diz.
Confúcio destacou que o Estado está com cerca de 1,5 milhão de habitantes, mas a saúde não acompanhou esse crescimento. “Hoje, todos os acidentados, infartados, enfim, tudo que é urgente está indo para o João Paulo II e não há leito suficiente para dar conta dessa demanda. Estamos tentando reestruturar o sistema e a construção do hospital é parte da reestruturação”, enfatiza o Governador.
Quando estiver pronto o novo Hospital de Urgência e Emergência representa 254 novos leitos, sendo que destes, 30 são de terapia intensiva (UTI). O projeto é de um prédio com cinco andares, totalizando 17.007,99 m² de área construída, 100% climatizado e com usina de oxigênio própria. O documento custeado pela ESBR abrange sondagem do solo, arquitetura, estrutural, elétrica/lógica/telefônica/CFTV, hidrossanitária, estação de tratamento de esgoto, prevenção contra incêndio, gases medicinais, climatização, paisagismo, impermeabilização, comunicação visual, perspectivas eletrônicas e proteção radiológica.
O secretário de Estado da Saúde (Sesau), Orlando Ramires, e o diretor do Departamento de Obras e Serviços Públicos (Deosp), Abelardo Castro, ponderaram que o hospital não é suficiente para solucionar o problema de superlotação na rede pública de saúde, mas vai ajudar a melhorar o atendimento.
Segundo informações obtidas no Deosp, o tempo previsto para construção da obra é de 15 meses. O hospital será construído em terreno doado pela Prefeitura de Porto Velho, na rua Venezuela, ao lado da Maternidade Municipal. Serão gastos na construção R$ 43.255.844,95, recurso próprio do Estado. Além disso, o Governo calcula mais um investimento de R$ 30 milhões em equipamentos para o pleno funcionamento, o que eleva o custo total para cerca de R$ 73 milhões. “Mas nós vamos conseguir”, garante Confúcio.
Fonte: Comunica
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