Terça-feira, 11 de outubro de 2011 - 21h36

Cinco servidoras e uma estagiária. Esse é o número de trabalhadoras que, diariamente, têm que dar conta de dezenas de processos decorrentes das impetrações feitas nos 1º e 2º Juizados Especiais, em Porto Velho.
As servidoras explicam que com a junção dos dois juizados em uma única sala, além de sobrecarregar o serviço, os papéis se acumulam sobre cadeiras, mesas e balcões, criando pilhas de documentos que, com o envelhecimento do papel, somado a armas e outros materiais atrelados aos processos, tornam o local insalubre.
A Diretora de Comunicação do SINJUR (entidade sindical que representa os trabalhadores do Poder Judiciário), Marilete Brito, visitou a sala dos Juizados e constatou o estado de calamidade em que as servidoras são obrigadas a trabalhar. Cadeiras velhas, algumas com forro rasgado, armas sob as mesas, próximo aos pés das servidoras, e documentos amontoados, esse é o cenário encontrado pela diretora.
Outro problema é a altura do arquivo, que obriga as servidoras a se arriscarem, subindo em cadeiras ou uma pequena escada, para ter acesso aos papéis. “É um problema simples, mas que pode vir a acarretar um grave acidente”, alerta uma servidora.
Quanto a falta de pessoal, a escrivã diz que já emitiu inúmeros requerimentos ao Tribunal de Justiça, pedindo mais pessoal, mas não foi atendida. “Éramos seis, mas um dos nossos servidores saiu, há quatro anos, e, embora o serviço tenha aumentado, com a junção dos dois Juizados, nenhum apoio foi encaminhado. Quanto a estagiários, temos apenas uma”, reclama uma servidora.
Como as servidoras cumprem 7h de trabalho, devido o novo horário forense, além de usarem cadeiras desconfortáveis e velhas e mesas desapropriadas para computadores, elas são obrigadas a usar um banheiro abafado e que mais parece um depósito, devido o acúmulo de objetos em seu interior. “Estamos pedindo socorro”.
Fonte: Sinjur / Toni Francis
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