Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 - 20h08
Uma reunião realizada na tarde de hoje, no Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Rondônia (DER-RO) deixou claro que a autarquia não tem qualquer tipo de previsão para solucionar os problemas de pagamento da insalubridade e periculosidade dos trabalhadores que estão nas Residências.
O diretor-geral do DER, Lucio Mosquini, falou, falou, mas nada explicou e preferiu jogar a responsabilidade na assessoria jurídica que está questionando a validade dos laudos. Enquanto isso, os trabalhadores continuam trabalhando dia e noite e não recebendo a gratificação prevista na Constituição Federal.
A denúncia foi feita hoje à tarde pelo presidente do Sindicato dos Motoristas Profissionais Oficiais no Estado de Rondônia (Simporo). Segundo ele, a assessoria não deve poder de questionar laudos elaborados por uma pessoa habilitada. Atualmente, há residentes que recebem, outros não, um flagrante caso de quebra de isonomia.
Segundo Clay Milton, a situação da periculosidade é pior, pois o Governo simplesmente não está pagando a gratificação para ninguém. “Já se passou um ano que o laudo foi elaborado e pago pelo Governo, uma bagatela de R$ 280 mil e até hoje, os trabalhadores estão sem receber a gratificação”, denunciou Clay Milton.
O não pagamento da periculosidade incide sobre o valor do vencimento dos trabalhadores que atuam no “comboio” – motoristas da melosa (caminhão de combustível e lubrificante). São R$ 300 a menos no contracheque desses trabalhadores. Pior que isso, o laudo de 2011 ainda não tem previsão para ser elaborado.
“O DER-RO ainda está pensando em contratar um engenheiro do trabalho aprovado no último concurso para fazer o laudo. Minha preocupação é que se passe mais um a no e a situação continuar na mesma”, disse o líder sindical. Para ele, o Governo está dando tratamento diferenciado às categorias no que diz respeito das gratificações.
Um exemplo dessa distorção ocorre também com a produtividade. A Lei 529 foi alterada e acabou criando diferenças de valores entre as classes que têm direito à essa gratificação. “Há classes que tiveram aumento de até R$ 1 mil e outras de apenas R$ 120. Essa diferença não devia existir, pois as funções são todas elas partes de uma engrenagem. Não sou contra o aumento, mas sim contra a maneira diferencia como ele foi feito”, finalizou.
Ao final da reunião, o diretor-geral Lucio Mosquini disse que iria rever essa distorção. Clay Miton Alves disse que está sendo cobrado diariamente pelos filiados do interior do Estado que irá cobrar solução para o caso.
Fonte: Marcos Santana
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