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Documentário faz resgate histórico de Porto Velho



O jornalista Zola Xavier, nascido em Fortaleza do Abunã, que reside no Rio de Janeiro há 45 anos, voltou ao Estado com o objetivo de tirar do papel o projeto do documentário “Caçambada Cutuba: a história que Rondônia não escreveu”.

Zola procurou o governo do Estado por meio da Secretaria dos Esportes, da Cultura e do Lazer, e recebeu todo apoio do secretário Francisco Leilson “Chicão”, que destinou o técnico responsável pelo segmento de áudio visual, Dinho Reis, para acompanhar as pesquisas.

Na tarde de quarta-feria (20) a equipe se reuniu no espaço de conveniência da secretaria para apresentar a proposta do documentário, que vai falar sobre três episódios importantes da história política do território de Rondônia.

No primeiro momento será contado o fato ocorrido em 26 de setembro de 1962, quando uma caçamba da prefeitura do município atropelou dezenas de pessoas que participavam do comício da frente popular, que tinha como candidato a deputado federal, Renato Medeiros.

O golpe militar de 64 e seus desdobramentos em Rondônia, também estão no roteiro, contando como foram os reflexos dessa fase na realidade local, com perseguições, constrangimentos e todos os atos de violência que caracterizaram esse momento. Além da história da propalada passagem do guerrilheiro Che Guevara por Porto Velho, em 1967 quando se dirigia a Bolívia pelos trilhos da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

Durante a entrega que contou com também com a apresentação do repentista e cordelista, Matias Neto, o secretário da Secel afirmou que o projeto “é muito interessante e está em total sintonia com a proposta desse novo governo, queremos resgatar a história do nosso Estado que é tão rico e deixar esse legado para as próximas gerações” destacou Chicão.

Para contar essa história a equipe trabalhará com pesquisas bibliográficas, periódicos da época e depoimentos. As dramatizações serão feitas por artistas locais sob coordenação da atriz e diretora Ângela Cavalcante, com músicas de Binho, Basinho e Paulinho Rodrigues.

As gravações serão feitas em Maricá, interior do Rio de Janeiro, na Biblioteca Nacional, na cidade do Rio de Janeiro, em Brasília, em Porto Velho, no distrito de Jaci-Paraná, em Guajará-Mirim e na Bolívia.

Fonte: Decom
 

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