Segunda-feira, 20 de abril de 2020 - 21h18

O presidente do
Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, derrubou
hoje (20) a decisão que suspendeu a exigência de regularização do Cadastro de
Pessoa Física (CPF) para a obtenção do auxílio emergencial de R$ 600 durante a
pandemia do novo coronavírus.
O ministro atendeu
pedido de liminar feito pela Advocacia-Geral da União (AGU) para manter o
documento como uma das formas de identificação para receber o beneficio.
Segundo a AGU, a exclusão do CPF do sistema eletrônico de pagamento poderia
atrasar o repasse do dinheiro.
“Se, em
circunstâncias normais, a possibilidade do atraso de 48 horas nas operações
referentes ao pagamento de auxílio à população representa intercorrência
administrável do ponto de vista da gestão pública, no atual quadro de
desaceleração abrupta das atividades comerciais e laborais do setor privado,
retardar, ainda que por alguns dias, o recebimento do benefício emergencial
acarretará consequências desastrosas à economia nacional e, por conseguinte, à
população”, argumentou Noronha.
Na decisão, o
presidente do STJ também disse que a Receita Federal adotou medidas para
regularizar o CPF das pessoas que têm pendências no documento e não estão
conseguindo fazer o cadastro.
Na semana passada, o
juiz federal Ilan Presser, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1),
suspendeu a exigência de regularização do CPF por entender que a exigência
estava provocando filas e aglomerações em agências da Receita, contrariando
medidas de distanciamento social adotadas pelas autoridades sanitárias no
combate à pandemia.
Os problemas de
cadastro surgiram no começo do mês após cidadãos terem relatado dificuldades
para inserir o número do CPF no aplicativo Caixa - Auxílio Emergencial, que
permite o cadastramento para receber o valor de R$ 600 a fim de compensar a
perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus.
O auxílio vale para
trabalhadores informais não inscritos em programas sociais.
Quarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
O Ministério Público Federal (MPF) obteve decisão favorável em ação civil pública que busca assegurar a proteção ambiental de áreas que integrav

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve sentença con

Atuação do MPF garante regularização das contas do Fundeb em Santa Luzia D’Oeste (RO)
Uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) resultou na regularização da gestão dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Ed

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública, com pedido de liminar, para obrigar a União a construir Unidades Básicas de S
Quarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)