Quinta-feira, 17 de outubro de 2024 - 08h08

Entender as coisas da política
brasileira é algo que exige certa dose de iniciação. Quando o assunto é
pesquisa eleitoral as discrepâncias chegam a deixar atônitos até mesmo os mais experientes
observadores. Por causa disso, o senador Ciro Nogueira apresentou um projeto de
lei para punir institutos que registrem resultados muito diferentes dos
apontados nas urnas eletrônicas.
Pegue-se Porto Velho como exemplo,
mas há outros. Instituto de pesquisa
apontou que a candidata Mariana Carvalho (União Brasil) venceria a eleição para
a prefeitura da capital no primeiro turno com quase 53% dos votos. E não foram
poucos os que acreditaram nisso. Teve gente que até comprou indumentária nova
para solenidade de posse, mas o instituto bateu na trave. Deu segundo turno
entre Mariana e Léo Moraes (Podemos). Frustração geral.
Agora, uma nova pesquisa coloca Léo
na frente de Mariana com dez pontos de diferença. Na cabeça do eleitorado de Moraes
a sondagem está corretíssima. Aliados da candidata Mariana, porém, discordam
radicalmente dos números. No meio dessa miscelânea numérica está o eleitor,
cada vez mais desconfiado com o que dizem as pesquisas de intenção de voto. Para
alguns, “pesquisa confiável mesmo é a da urna eletrônica”.
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