Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 - 15h06

O ditador
da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou à Suíça R$ 5,2 bilhões em ouro entre 2013
e 2016, dinheiro esse que agora está congelado pelo governo daquele país. A
informação é da revista Veja. Enquanto milhares de venezuelanos vegetavam (e
ainda vegetam) na mais abjeta inanição, Maduro, preso pelas forças especiais
dos Estados Unidos, durante uma operação militar extraordinária, na qual não se
registrou nenhum efeito colateral – pelo menos para o exército americano, não
somente se refestelava com seus familiares e cúmplices, como também acumulava grana
pilhada de seus concidadãos em paraíso fiscal .
Ignorar
que milhares de venezuelanos têm como rotina diária conviver coma fome é miopia
ideológica de quem abraça um governante repudiado nas urnas, que, para se
manter no poder, prendeu e mandou matar adversários políticos. A conquista da
decência em qualquer Nação minimamente civilizada ocorre quando o direito à
alimentação sai do discurso oficial e se transforma em comida acessível e
garantida. Enquanto venezuelanos comemoram a prisão de Maduro, as viúvas do
regime usam as redes sociais para exaltar o déspota. Só eles não veem o caos.
Contudo,
se depender da justiça americana, Nicolás Maduro não vai usar a bufunfa tão cedo.
Talvez nunca mais volte a colocar as mãos sujas no cofre de ouro. É possível
que ele acabe seus últimos dias de vida miserável na prisão. Especialistas falam
na possibilidade de Maduro fazer uma delação premiada. Se isso realmente
acontecer, ou seja, se o tirano resolver abrir o bico e jogar tudo no
ventilador, a casa de muita gente vai cair.
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