Sexta-feira, 10 de outubro de 2025 - 13h41

Quando olho para a plêiade de pretensos candidatos à sucessão
do governador Marcos Rocha é impossível esconder a frustração. À exceção de um
e outro, a lista de eventuais concorrentes não empolga. E são poucos os que
alimentam o mesmo sentimento, como revelam as pesquisas eleitorais tamanho é o
percentual de eleitores indecisos ou dispostos a anular seus votos.
Será que estamos condenados a escolher “aquela coisa diferente
sempre igual”, como diz um trecho de uma música de Roberto Carlos? Preferências
políticas à parte, com todo o respeito, mas os nomes que se apresentam até
agora não apontam para um caminho, para o futuro, para os desafios que
Rondônia, necessariamente, deve enfrentar, salvo uma surpresa de percurso. E
isso é lamentável, pois nosso estado merece mais, muito mais. Merece políticos
verdadeiramente comprometidos com as causas sociais, e, principalmente, com os
segmentos mais sofridos da população, e não com projetos de poder.
Infelizmente, o que se tem visto é o ajuntamento de velhas e
felpudas raposas da política local brigando para se manterem na crista do poder,
alicerçados na falsa crença de que o eleitor existe para ser enganado,
tentando, inutilmente, subestimar a inteligência e a força do povo, que pode, e
muito, principalmente, quando lhe é assegurado o espaço democrático do livre
exercício da vontade. O desempenho de mandatos vinculados aos anseios da
população mostrar-se o melhor cabo eleitoral de qualquer candidato. Rondônia
merece mais, muito mais do que a lista de possível candidatos que se apresenta
hoje.
Segunda-feira, 8 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Saúde estadual – a tragédia anunciada
A crise que se instalou no sistema de saúde de Rondônia é mais antiga do que o Código de Hamurabi. Lembro-me que, em outubro de 1994, matéria do ext

Alemanha perde para Portugal a corrida ao Conselho de Segurança da ONU
Parabéns a Portugal e a Paulo Rangel pelo sucesso da eleiçãoPortugal conseguiu um lugar como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU

Cai N’Água: Uma História de Amor Não Correspondido
O Cai N’Água continua sendo cantado pela boemia como se fosse um altar romântico da vida ribeirinha. Mas basta chegar perto para perceber que o enca

A cantilena demagógica da transposição
Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.
Segunda-feira, 8 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)