Domingo, 23 de outubro de 2016 - 21h59
Por José Carlos Sá
(Foto Hosana Morais/G1-RO)
A semana passada começou e terminou com muito sangue. Afora os acidentes “normais” envolvendo carros, motos e bicicletas, foram as rebeliões nas penitenciárias em Porto Velho, São Luiz (MA), Rio Branco (AC) e Boa Vista (RR), entre outras, que mostraram a fragilidade do sistema penitenciário brasileiro. O que chamou a atenção das autoridades e de quem acompanhou os fatos é que a coisa aconteceu de fora para dentro e em unidades prisionais onde funcionava o sistema semi-aberto. Os bandidos pegaram os outros quase ex-bandidos de surpresa e as autoridades também. Nenhum serviço de “inteligência” detectou o plano antes que ele acontecesse.
Voltando à Porto Velho, na noite de sábado, 22, um policial – fora do horário de trabalho – foi assaltado e morto. Levaram a moto e arma do PM. Antes que a noite virasse dia, na mesma zona leste onde ocorreu o crime de latrocínio, oito pessoas foram baleadas aparentemente sem motivos.
Hoje de manhã, esse era o assunto na distribuidora onde eu comprava gás. Um dos ‘especialistas’ presente explicou para todos ouvirem o que estava acontecendo: “Briga entre facções”.
É. Faz sentido.
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
É preocupante o nível de desconfiança da população nas principais instituições brasileiras
Apesar de a democracia está plenamente consolidada no Brasil, parcela significativa da população não confia nas nossas principais instituições. O Co

Intensifica a costura de acordos políticos para o governo de Rondônia
Começam a esboçar as pré-candidaturas ao governo de Rondônia. Por enquanto, oito políticos aparecem como possíveis concorrentes ao comando do Paláci

Quem se mete com o mundo islâmico apanha
O grande erro estratégico do Ocidente e o nascimento de uma nova ordem multipolarI. O Ego como Destino: A Herança ProtestanteHá uma linha invisível
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)