Sexta-feira, 26 de setembro de 2025 - 12h24

No meio desta semana, fui visitar um amigo num hospital no
centro de Porto Velho. Na ocasião, tive oportunidade de encontrar outro que
havia sido operado na véspera.
No momento do nosso encontro, ele estava tendo alta.
Parecia muito feliz. E, ao me ver, foi logo dizendo o motivo de sua felicidade:
fora operado dá um desgaste no joelho, que comprometia, em muito, sua qualidade
de vida. Faltou muitas vezes ao trabalho porque, por vezes, a dor era insuportável,
mesmo quando tomando analgésicos.
Ele me disse, também, que foi tratado no mutirão de
cirurgias que está ocorrendo, patrocinado pelo governo do estado/Sus e
executado por uma equipe de especialistas de uma empresa contrata pelo governo,
uns daqui outros de São Paulo. Comentou que as cirurgias começavam por volta
das 5 da madrugada e iam até à noite. Como o hospital possui várias salas
cirúrgicas, diversas cirurgias ocorriam ao mesmo tempo.
Todos já estão cansados de saber que há uma grande fila
esperando cirurgias do Sus há muitos governos, situação essa que aumenta a cada
dia. Os hospitais públicos, sozinhos, não têm condições de suprir as
necessidades dos muitos pacientes que precisam dessa assistência,
principalmente quando se trata de cirurgia, entre elas, as ortopédicas, que são
em maior número.
O governo já promoveu alguns mutirões, mas foram
insuficientes. É por isto que o atual parece ser mais eficaz, face ao número de
unidades privadas e profissionais que nele estão envolvidos.
Diante disso, não há dúvida de que esse é o caminho mais
rápido e eficiente para atenuar esse grave problema. Porém, é importante que
tenha continuidade, não pare. Enquanto esse está em andamento, providências
imediatas precisam ser tomadas para que o modelo continue.
O governador sabe que essa é uma pedra que precisa ser
tirada, o mais rápido possível, do seu caminho. A saúde deve ser a prioridade
das prioridades em qualquer gestão. Se esse item vital não é atendido, o
conceito de um bom governo não se sustenta.
Por isso, apelo ao governador e ao secretário de Saúde para
que prossigam promovendo os mutirões. Essa atitude, além de combater, de modo
objetivo, esse problema que parece não ter fim, por consequência lhes trará
dividendo políticos que, no próximo ano, poderão lhes fazer toda a diferença
positiva.
Segunda-feira, 8 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Terça-feira (02.06), por volta das 19h, recebi de uma colega aposentada da câmara municipal de Porto Velho, via WhatsApp, um vídeo com pessoas corre

Saúde estadual – a tragédia anunciada
A crise que se instalou no sistema de saúde de Rondônia é mais antiga do que o Código de Hamurabi. Lembro-me que, em outubro de 1994, matéria do ext

Alemanha perde para Portugal a corrida ao Conselho de Segurança da ONU
Parabéns a Portugal e a Paulo Rangel pelo sucesso da eleiçãoPortugal conseguiu um lugar como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU

Cai N’Água: Uma História de Amor Não Correspondido
O Cai N’Água continua sendo cantado pela boemia como se fosse um altar romântico da vida ribeirinha. Mas basta chegar perto para perceber que o enca
Segunda-feira, 8 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)