Porto Velho (RO) sexta-feira, 23 de agosto de 2019
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O povo brasileiro


Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

As eleições são uma luta travada entre partidos e candidatos. Agora é a polarização com dois deles. Parece até que o povo está em momento de aflição, de correria para justificar a importância de um voto em seu candidato. É a vida de todos os brasileiros que está em jogo, tendo os “perdedores” que se sujeitar, por mais quatro anos, a administração feita por um seu “adversário”.

Comemorando o dia das crianças, sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, é fundamental ver e investir nelas para que o país tenha um futuro promissor e administrado por pessoas realmente competentes. Isto significa que a nova gestão tem que investir no Ensino Fundamental, dando melhores condições para os professores, não só econômica, mas também em sua capacitação.

Pesa sobre quem for eleito uma responsabilidade muito grande. É um país que estará em suas mãos para ser administrado. Os desafios são incomensuráveis, mas as projeções e expectativas ultrapassam os interesses individuais. O Brasil é uma Nação de recursos privilegiados, mas que exigem uma política com honestidade e desejo de construir uma sociedade saudável para todos.

Temos que salvar o Brasil. Trabalhar uma política de melhor segurança pública de combate aos desvios geradores de um clima de desrespeito ao que é do outro. Desonestidade na esfera do poder ocasiona “efeito cascata”, estimulando atos desumanos entre os “humanos”. Não é por acaso que vivemos a onda do vandalismo!

No livro de Ester lemos suas palavras e seu pedido ao rei: “concede-me a vida, pela qual suplico, e a vida do meu povo, pelo qual te peço” (Est 7,3). É a vida do povo brasileiro que precisa ser defendida. Muitos brasileiros estão morrendo por culpa da política pública, seja na saúde, no trânsito ou na violência mal combatida.

Pedimos a proteção da Padroeira do Brasil pelo seu povo. Ela é sinal da fidelidade do amor de Deus pela humanidade. Fidelidade que deve passar pela responsabilidade dos munidos de poder, que devem representar a vontade de Deus em benefício dos cidadãos.

Fonte: CNBB

 

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