Terça-feira, 23 de dezembro de 2025 - 17h48

O recente comercial das sandálias Havaianas,
protagonizado pela atriz esquerdista da cabeça aos pés, Fernanda Torres, foi
uma das notícias de maior repercussão negativa nas redes sociais, a partir de
sua veiculação. Ao associar a tradicional marca à ideologia política de
esquerda, a empresa cometeu o maior desatino publicitário que poderia cometer.
Ao
sugerir que não se entre o novo ano com o pé direito, explicitou sua intenção
política em fazer propaganda do atual governo. Com isso, se opôs a, pelo menos,
50% dos brasileiros, que são adeptos à
direita.
Logo
que o comercial foi divulgado, como era de se esperar, uma enxurrada de críticas furiosas ocuparam espaço na mídia. Ou seja, como num passe
de mágica, uma sandália que tinha como slogam publicitário “todo mundo usa”, foi
amaldiçoada pela metade de seus possíveis clientes. E, como se sabe, o que
acorre nesses casos é a queda vertiginosa do consumo do produto. Resultado:
suas ações na bolsa cairam 2,39%, com perda de 200 milhões em um dia.
E isso é apenas o começo. No clima de ódio entre as ideologias de direita e
esquerda, perdão é palavra fora de moda.
O
pior é que os maiores responsáveis por essa insanidade, os diretores da empresa
— que o pessoal de esquerda tenta minimizar na tentativa de protegê-los —,
obviamente viram o roteiro do comercial antes de que fosse produzido, e nada
fizeram para impedir esse imbróglio, que lhes está saindo muito
caro. O dano financeiro, claro, atingiu também os franqueados da marca que, em pleno período de festas de final de ano,
onde o consumo atinge seu ápice,
amargarão grandes prejuízos.
Isso
é o que podemos chamar, literalmente, de tiro no próprio pé. Tiro que perfurou o pé e
a sandália. O pé pode ter tratamento, mas a sandália sofreu uma lesão grave que
pode ser incurável.
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