Quarta-feira, 30 de junho de 2021 - 11h19

Quando o assunto é punir
ladravazes contumazes do erário, o Brasil é um desses países onde a exceção
virou regra. A lista de exemplos é extensa. Comprovadamente, somos um país onde
corruptos e corruptores normalmente são premiados com a impunidade. Por isso, a
reincidência de velhos e manjados arranjos. Muitos sentem-se à vontade para continuarem
aplicando a cartilha do “Mateus, primeiro os meus”, metendo as mãos sujas no
dinheiro público, porque sabem que jamais sentirão o peso da Lei.
Em 2013, um ex-ministro chines
foi condenado à morte, acusado de embolsar mais de dois milhões em propinas. Na
sua luta para aplicar os rigores da Lei, um magistrado arriscou a própria vida.
Sua coragem e denodo para desmantelar um dos maiores esquemas de corrupção da
história mundial correu o mundo, e ele ganhou notoriedade e respeito por parte
de expressiva parcela da sociedade brasileira que ainda acredita na Justiça,
como guardiã dos direitos e das garantias individuais. Inverteram-se os valores
e, hoje, ele é visto por alguns como o lobo mau da história, com garras e
dentes afiados, artífice de uma armadilha para pegar a ingênua e pura
Chapeuzinho Vermelho.
Não vai longe, um parlamentar
foi filmado recebendo maços de dinheiro e colocando-os dentro de um saco de
lixo. Quem o flagrou desfruta, dentre instituições públicas e privadas, de
elevado índice de credibilidade junto à opinião pública pelo extraordinário
trabalho que desempenha, portanto, não precisa inventar nada. O caso foi
denunciado ao poder ao qual pertence o parlamentar. A denúncia aterrissou no Conselho
de Ética, que, depois de passar meses estudando (ou empurrando com a barriga?)
o problema, chegou à esdrúxula conclusão de que o político não poderia ser
punido porque a denúncia teria sido feita por pessoas comuns, e não por
parlamentar ou partido político, como manda o Regimento Interno. Afinal, somos
ou não somos um país onde a exceção virou regra?
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