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O MP-RO e a sociedade Por Valdemir Caldas


Valdemir Caldas - Gente de Opinião
Valdemir Caldas

Hoje, deixo de lado a seara política, com seus vícios e mazelas condenáveis, para destacar a atuação proficiente do Ministério Público de Rondônia (MPE-RO), principalmente no combate à corrupção, por meio de órgãos especializados como o GAECO. Guardião dos interesses sociais e individuais, o MPE-RO sempre procura direcionar suas ações na defesa do patrimônio público, garantindo, destarte, o fortalecimento da democracia e das boas práticas administrativas. Não é de hoje, que a credibilidade do MPE-RO vem ajudando a população rondoniense a travar, com maior grau de compreensão, lutas importantes e a dar passos essenciais para assegurar direitos. E por isso que eu não me canso de realçar o papel altissonante dessa instituição, ao lado da Policia Federal, do Tribunal de Contas de Rondônia, entre outros organismos públicos.

Não sem motivo, em todas as sondagens públicas feitas sobre o grau de confiabilidade das instituições, o Ministério Público de Rondônia aparece entre as melhores posições, mas nem sempre foi assim. Só a partir dos anos 80, com a chegada da Constituição de 1988, o órgão ganhou mais autonomia funcional e administrativa, distanciando-se, com isso, da condição de subserviência que o caracterizou no conceito de parcela considerável da sociedade. O MPE-RO é, sem dúvida alguma, um importante instrumento em favor das causas da população. E isso vem refletindo no ganho de notoriedade e respeito por parte dos cidadãos, que veem na instituição um espaço de segurança.

O desejo da maioria esmagadora da população rondoniense é de que o MPE-RO continue cada vez mais independente e agindo em favor das causas do povo, certo de que jamais lhe faltarão o apoio e a solidariedade da sociedade, quando, eventualmente, se sentir ameaçado por aqueles que, incomodados com o seu trabalho de fiscal e guardião dos interesses sociais, procurarem desmerecê-lo perante à opinião pública. 

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