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Natividade de Maria, celebrada no dia 8 de setembro, marca a alegria na Liturgia na Igreja


Natividade de Maria, celebrada no dia 8 de setembro, marca a alegria na Liturgia na Igreja - Gente de Opinião

 A festa da Natividade de Maria, que a liturgia da Igreja Católica celebra no dia de ontem, 08 de setembro, tem sua origem segundo o presidente da Comissão para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol, pela metade do século V, em Jerusalém. “Aqui, a tradição contava que tinha a casa dos pais de Maria e foi construída uma basílica (de Santana), no lugar da Piscina Probática”, afirma o bispo.

O fato é que a escolha da data é incerta. Uma possível justificação, segundo dom Armando se encontra no fato de que, com o nascimento de Maria, inicia a obra da redenção e, no Oriente, o ano litúrgico bizantino começava neste mês. No Ocidente, como documentam vários testemunhos, a festa foi acolhida ao longo do século VII. O papa Sérgio I (687-701), a introduziu oficialmente na Igreja de Roma, com uma solene celebração e, também, com uma procissão que saía da Igreja de Santo Adriano e ia até a basílica de Santa Maria Maior.

No século VIII, São João Damasceno pronunciou, na Basílica de Santana, a sua homilia pela natividade da Virgem. Para dom Armando, a liturgia desta festa é marcada por alegria e isso, de acordo com ele pode ser observado na Oração depois da Comunhão, na Oração do Dia, no Cântico Evangélico das Laudes e na Oração das Oferendas. “A meditação orante das palavras desta festa abrem grandes horizontes à teologia e à espiritualidade”, diz o bispo.

Neste dia, segundo dom Armando celebram a Natividade de Maria o Estado do Tocantins: Padroeira estadual; Curitiba, Nossa Senhora da Luz, padroeira arquidiocesana e municipal e titular da Catedral; Vitória do Espírito Santo: Nossa Senhora da Vitória, padroeira arquidiocesana; Amparo: Nossa Senhora do Amparo, padroeira diocesana e titular da Catedral; Juazeiro: Nossa Senhora das Grotas, padroeira diocesana e titular da Catedral; Parnaíba: Nossa Senhora Mãe da Divina Graça: padroeira diocesana, titular da Catedral e padroeira Municipal; Petrópolis: Nossa Senhora do Amor divino, padroeira diocesana; Santos: Nossa Senhora do Monserrate, padroeira Municipal; Lábrea: Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da Prelazia e titular da Catedral.

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