Terça-feira, 14 de dezembro de 2021 - 13h43

Estudo aponta
para o crescimento significativo no Brasil dos que se dizem evangélicos. O
mesmo levantamento garante que, daqui a dez anos, eles terão superados os
católicos, cujo número vem caindo. Não sem motivos, políticos das mais variadas
colorações partidárias vêm procurando aproximar-se dessa importante e decisiva
parcela do eleitorado, capaz de fazer mudar a posição da balança eleitoral,
independente da esfera em que se realize. É comum ouvir entre pessoas do meio,
por exemplo, que os evangélicos fizeram a diferença na eleição de Jair
Bolsonaro à presidência da República. E o próprio presidente não somente
reconhece o peso eleitoral do povo evangélico como também faz questão de realçar
o respeito e a admiração que nutre por essa parcela da população, inclusive
indicando e nomeando evangélicos para postos-chave da República.
Se, por um
lado, há quem festeje a ideia, por outro, há quem se sinta incomodado com o
crescimento dos evangélicos, principalmente com a postura de suas principais lideranças
no que se refere ao enfretamento da corrupção. Exemplo disso é o ex-presidente
Lula. Em agosto deste ano, em uma de suas aparições burlescas, o petista teria
dito disse que, se retornasse à presidência da República, enquadraria padres e
pastores, mas logo mudou o conteúdo do discurso. A mudança veio durante uma
dessas reuniões enfadonhas com membros da cúpula petista, quando Lula disse que
o partido deveria criar o “momento evangélico” em sua TV, mais uma de suas
bravatas para tentar suavizar as baboseiras que tem dito sobre essa porção da
sociedade.
Não escondo
minha admiração e meu profundo respeito pelo segmento evangélico. Tenho amigos
e amigas em várias denominações. Só discordo quando algumas delas resolvem
mistura religião e política, cedendo, inclusive, seus púlpitos, que é um local
sagrado, reservado para pregação da palavra de Deus, para serem usados por
políticos demagogos e bravateiros. Aliás, em sua passagem por este mundo, Jesus
deixou isso evidente. Quando provocado
por um fariseu sobre se seria licito para um judeu pagar imposto a Cesar, antes
de responder-lhe, porém, Jesus o repreendeu. Depois, pediu que um deles
apresentasse uma moeda romana e então perguntou qual era o nome e a inscrição
que estavam nela, ao que prontamente ele respondeu que era de Cesar. Então
Jesus proferiu a Sua célebre frase: “Daí a César o que é de César, e a Deus o
que é de Deus. Em síntese, Jesus deixou claro que as coisas de Deus não se
misturam com as coisas deste mundo.
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