Quarta-feira, 26 de abril de 2017 - 14h44
O jornalista Carlos Chagas morreu, hoje (26), aos 79 anos, em Brasília. Reconhecido jornalista, Chagas passou por grandes veículos de comunicação do país, foi professor do Departamento de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) por 25 anos e publicou livros sobre o período da ditadura miliar no Brasil. Era formado em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
A morte do jornalista foi informada em uma rede social pela filha Helena Chagas também jornalista e ex-ministra da Secretaria de Comunicação Social do governo Dilma Rousseff.
Nascido em Três Pontas (MG), filho de um comerciante e de uma professora, Carlos Chagas começou a carreira de jornalista no final dos anos 1950, quando ainda estudava direito no Rio de Janeiro. A primeira contratação foi no jornal O Globo, em 1959.
Após concluir o curso universitário no final de 1960, trabalhou durante um ano e meio como jornalista e também como advogado de presos que cumpriam pena no presídio da ilha Grande (RJ). Em seguida, prestou concurso para promotor público e foi aprovado. Diante da impossibilidade de acumular as atividades de promotor e jornalista, optou pelo jornalismo.
Ao longo da carreira trabalhou no jornal O Estado de S. Paulo, na TV Manchete e no SBT.
Como professor da UnB, a partir de 1978, lecionou as disciplinas Ética e Legislação nos Meios de Comunicação e Problemas Sociais e Econômicos Contemporâneos, na graduação do curso de Comunicação, e Tópicos Especiais, no curso de pós-graduação.
Carlos Chagas foi assessor de imprensa da presidência da República no de maio a agosto de 1969, no governo do general Costa e Silva e lançou os livros “A Ditadura Militar e os Golpes Dentro do Golpe” que narra a trajetória do governo militar entre 1964 e 1969 e “A Ditadura Militar e a Longa Noite dos Generais”, que abrange o período de 1970 a 1985.
Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Câmara Municipal de Porto Velho sofre revés financeiro
A Câmara Municipal de Porto Velho a caba de sofrer um revés financeiro. A prefeitura teria discordado dos dados populacionais e, com base em informa

Campanha eleitoral não é guerra civil
Não há donos da Democracia como quereriam regimes autoritários No FB circulam os seguintes dizeres: “Em vez de cantarmos: "contra os canhões, marc

O noticiário que ocupou as primeiras páginas dos jornais brasileiros: Conselho Federal de Medicina quer barrar atuação de cerca de 13.000 médicos que

A importância de se criar o Conselho de Assistência Médica
O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Públicos do Município de Porto Velho (IPAM) possui o Conselho de Previdência, um órgão coleg
Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)