Quinta-feira, 7 de maio de 2026 - 08h25

Maria Aretuza da Costa Amorim de
Oliveira. Para alguns, um nome como tantos outros; porém, para seus colegas de
câmara municipal de Porto Velho, uma figura singular. Marilu, como era
carinhosamente conhecida, morreu nesta manhã de quarta-feira (06.05). Ela tinha
uma enorme vontade de viver. Mas Deus, em Sua infinita sabedoria, a chamou. E
ela se foi. Curvou-se à soberana vontade do Pai Celestial. Marilu não pertence
mais a este mundo devasso, cheio de trevas, onde a ambição pelo poder e pelo
dinheiro parece ser a única obsessão das pessoas. Deixou familiares e amigos
engolfados na tristeza do adeus e na imorredoura saudade.
Foi-se a mulher guerreira, a
servidora exemplar e a colega de longa jornada, ficaram as lembranças. Agora
ela descansa dos embates da vida. Estava na ativa. Pelo tempo de serviço e pela
idade poderia ter se aposentado, mas preferiu ficar mais um pouco. Abraçou o
dito segundo o qual quem não é visto, não é lembrado. Acreditou que sua
presença poderia sensibilizar a mesa diretora, atualmente presidida pelo senhor
Gedeão Negreiros, a pagar seus direitos trabalhistas. A exemplo de vários
colegas seus, Marilu partiu sem receber o devido reconhecimento do poder
legislativo, após 40 anos de serviços prestados à instituição. Ela não só foi
ignorada pela câmara, mas, principalmente, desrespeitada.
Alguém já disse que a alegria que
estimula é irmã da dor que aperfeiçoa. Que Deus, em Sua infinita misericórdia,
acolha nossa colega Marilu, e revigore a fé e o ânimo de seus familiares para
superarem esse momento extremamente difícil, lembrando que em tudo devemos dar
graças ao Senhor, porque essa é a vontade de Deus em Cristo Jesus, como ensina
Tessalonicenses. Vai com Deus, Marilu! Que o Senhor dê aos que negligenciaram
seus direitos trabalhistas a merecida recompensa. Maldita insensibilidade!
Sexta-feira, 5 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
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