Terça-feira, 15 de setembro de 2020 - 10h14

Aproximam-se as eleições municipais e, com elas, a temporada
de denúncias contra prefeitos, principalmente. Ao contrário do que se poderia
imaginar, no entanto, a divulgação de certos atos poucos edificantes de algumas
autoridades e homens públicos – ou de seus eventuais parceiros – é salutar para
o exercício da democracia. Assim, podem os eleitores se precaver contra lobos
travestidos em pele de cordeiros que, ao longo de seguidos e penosos anos, vêm
dominando o cenário politico nacional. Afinal de contas, quem postula um cargo
público, independente do nível de poder, precisa fazer de sua vida um livro aberto,
pois vai lidar com o patrimônio do povo e, portanto, com o destino dos
cidadãos.
O Brasil, reconhecidamente, até que tem avançando com
bastante desenvoltura no sentido de apurar e punir os predadores dos dinheiros
públicos. Nos últimos vinte anos, escorraçamos um presidente da República,
cassamos deputados e antecipamos o mandato de alguns presidentes do Senado.
Isso sem falar na quantidade prefeitos e vereadores que tiveram seus mandatos
detonados por força de sérias acusações. Alguns até que se esforçaram para
voltar à berlinda, mas foram riscados para sempre do mapa politico. Aqui mesmo
em Porto Velho tivemos um exemplo disso.
Mas é preciso que as coisas caminhem de maneira mais rápida e
com toda a transparência, pois a sociedade brasileira anda saturada com tantas
bandalheiras. Quem se julgar inocente, pois então que prove que não tem culpa
no cartório, sem, contudo, apelar para velhas e manjadas práticas destinadas a
empurrar o caso com a barriga até o suspiro final. Lugar de quem rouba dinheiro
público é na cadeia, e não passeando em carrões, morando em mansões e
apartamentos de luxo, e comendo em restaurantes caros.
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