Terça-feira, 11 de agosto de 2020 - 15h53

As frequentes vacilações patrocinadas por membros da equipe
do governador Marcos Rocha não servem apenas para marcar na opinião pública uma
imagem desfavorável do governo. Elas se prestam, também, para levar à população
à insegurança e à perplexidade. Algumas decisões tomadas pelo secretário de
saúde, especialmente no que se refere ao combate à pandemia do coronavirus,
embora não sejam exemplos isolados, revelam falta de convicção - para não
carregar no substantivo.
A contratação de um hospital particular pelo governo, por
meio da SESAU, para prestar atendimento a pacientes contaminados pelo coronavírus,
acabou na Justiça, transformando em pesadelo o sono de muita gente. Longe de
mim, contudo, pretender apontar o dedo na direção de quem quer que seja, mas é
preciso que as coisas sejam devidamente esclarecidas e resolvidas, até para que
se não pairem dúvidas sobre a conduta de auxiliares, o que, em tese, compromete
a imagem proba do governo.
Tratar como responsabilidade e transparência os recursos
públicos foi um dos compromissos de campanha do candidato e, hoje, governador
do estado, Marcos Rocha. E não poderia ser diferente, independente de quem
esteja sentado na principal cadeira do palácio Getúlio Vargas. É claro que,
como qualquer normal, o governador não pode controlar todas as áreas de
conhecimento, nem é essa a expectativa da população, mas ela tem o direito de
exigir dele e de sua equipe de colaboradores um mínimo de coerência e firmeza nas
decisões.
Sem isso, evidentemente, disseminar-se-ão no seio da sociedade mais que o sentimento de impotência e descrédito, à insegurança e à perplexidade, que em nada ajudará o governo na busca de soluções para os muitos problemas crônicos – e graves, como é o caso do coronavirus – contra os quais a população se debate.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.
Sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Banco Master, o crime organizado e outras mazelas
CADA VEZ FICA MAIS ÓBVIO QUE O CASO MASTER TEM AFINIDADE COM O CRIME ORGANIZADO. Mesmo que não fosse como aqueles praticados por bandidos com cartei

Na Alemanha ter Filhos está a tornar-se um Luxo De acordo com uma pesquisa do instituto Insa, a maioria dos alemães acredita que formar uma família se

Provérbios 31:8-20: “Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Abre a tua boca a favor do mundo, a

Os penduricalhos brilham no país dos privilégios
O Dicionário Aurélio define a palavra “penduricalho” como “coisa pendente, para ornato”. No Brasil, país onde as coisas nem sempre são o que parece,
Sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)