Sábado, 6 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Opinião

Desfile Monobloco deve reunir 400 mil pessoas, estima Riotur



Vinicius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

Último grande bloco a desfilar no centro do Rio de Janeiro, o Monobloco deixou a concentração e começou a percorrer a Rua Primeiro de Março por volta de 9h de hoje (14). O percurso, em linha reta, inclui ainda a Avenida Presidente Antônio Carlos. O bloco deve reunir 400 mil pessoas até 12h30, segundo a expectativa da Riotur.

O coordenador de produção do bloco, Reinaldo Galvão, destacou que o desfile é um trabalho que se estende ao longo de todo o ano, com as oficinas de batuqueiros e os preparativos da organização. Para ela, fechar o carnaval do Rio é uma grande responsabilidade.

"O público que vem aqui vai encontrar muita música boa e uma festa que a gente trabalhou muito para organizar", disse Galvão, que considera natural a escolha da rainha Emanuelle Araújo, a primeira em 16 anos de Monobloco: "Queriamos alguém que participasse, que ficasse junto e cantasse".

A música boa é o que leva a auxiliar administrativa Liana Rimas ao bloco ano após ano. Aos 31 anos, ela foi acompanhada da irmã e destaca que o fim do desfile é a melhor parte: "É o melhor bloco do Rio. Tem uma mistura de ritmos ótima, com samba, música nordestina. O final é maravilhoso, com Jorge Ben Jor e as músicas mais animadas."

Por trás de tanta animação estão os batuqueiros, que participam das oficinas ao longo do ano e desfilam com o Monobloco no carnaval. Para um grupo, o desfile representa a "formatura". É o caso da médica Mônica Rodrigues, de 43 anos, que teve seu primeiro contato com música na oficina de batuqueiros. "Comecei no curso em 2014 e estou desfilando hoje pela primeira vez, muito emocionada. Representa um grande esforço de dedicação o ano inteiro, uma grande conquista."

A funcionária pública Roselene Padilha, de 51 anos, também vai estrear no Monobloco hoje e passou o sábado tentando conter o nervosismo. "A preparação é ficar em casa descansando e tentando relaxar", diz ela, que não vê a hora de a multidão pular ao som do seu batuque. "Vou me arrepiar, com certeza."

Gente de OpiniãoSábado, 6 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Saúde estadual – a tragédia anunciada

Saúde estadual – a tragédia anunciada

A crise que se instalou no sistema de saúde de Rondônia é mais antiga do que o Código de Hamurabi. Lembro-me que, em outubro de 1994, matéria do ext

Alemanha perde para Portugal a corrida ao Conselho de Segurança da ONU

Alemanha perde para Portugal a corrida ao Conselho de Segurança da ONU

Parabéns a Portugal e a Paulo Rangel pelo sucesso da eleiçãoPortugal conseguiu um lugar como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU

Cai N’Água: Uma História de Amor Não Correspondido

Cai N’Água: Uma História de Amor Não Correspondido

O Cai N’Água continua sendo cantado pela boemia como se fosse um altar romântico da vida ribeirinha. Mas basta chegar perto para perceber que o enca

A cantilena demagógica da transposição

A cantilena demagógica da transposição

Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.

Gente de Opinião Sábado, 6 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)