Terça-feira, 9 de dezembro de 2008 - 18h39
Quando olho pelos olhos de alguns diretores sem compromisso em qualificação e boa execução de trabalho, acredito que não. Não posso nem devo generalizar em todos os meios de comunicação, mas alguns que deveriam sem bem melhor explorados e servir como base para muitos outros meios não querem qualidade, querem apenas pagar pouco para os funcionários por pelo menos ter alguém que faça muitas vezes por salários medíocres.
Começo acreditar em algumas palavras de uma palestra que assiste sobre Comunicação Social, quando foi comentado sobre a prostituição de profissionais da comunicação. Alguém que se preze em ser um bom jornalista, jamais se submete a ganhar um salário de miséria, ou muitas vezes esmolas para trabalhar, isso não é ser um bom profissional e si um Prostituto da Comunicação.
Alguns diretores e que muitas vezes não sabem administrar ou pelo menos coordenar seus grupos chegam a submeterem os trabalhos de bons jornalistas com propósitos pessoais como forma de vingança.
Você que passa quatro anos numa instituição conclui e isso de forma vitoriosa acaba sendo desprezados após muitos trabalhos e substituídos por pessoas incompetentes e muitas vezes sem capacidade de execução de serviços sem exigir sequer profissionalismo e qualificação.
O segredo é não ser apenas jornalista e ser sim um comunicólogo um ser que consome informação de forma de ser um informívoro (palavra do Mestre Marco Bonito), mas isso precisa ser feito com qualificação.
Precisamos que o mercado seja mais exigente quando se diz em profissionais e pessoas compromissadas em informar e não simplesmente em atender ao pedido de pessoas que não entendem o que é ser profissional de comunicação ou muitas vezes não conhece a realidade do mercado.
Um dia o público vai ficar tão seleto em escutar rádio, ler jornais, acessar sites, blogs e assistir um programa de televisão, que não mais admitirão uma pessoa que apenas escreve um verso e acha que é jornalista ou que já apareceu na TV e acha que é apresentador ou que saiba lê e que queira ser um locutor de rádio.
Mas a vida é sempre uma caixinha de surpresas e o mercado é a melhor resposta para todos estes questionamentos que muitas vezes não querem calar. Acredito sim que muitos meios de comunicação prezam pelo bom profissional e tenho vários exemplos que até posso citar, mas muitos me enganaram e agora posso dizer que conheço uma pouco da realidade.
Os bons profissionais se perdem em meio à vaidade de alguns em querer dizer que tem o poder, ou pelo menos acharem que tem o poder.
Por: Daiana Costa
Acadêmica do 8º período de jornalismo da Uniron
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