Quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 - 14h16
Steve Jobs o executivo-chefe da Apple, apresentou na Califórnia o iPad, a nova tecnologia que lembra um note book, mas de aparência mais fácil de se manipular (sem mouse e teclados) e levanta a velha incógnita do jornalismo: “Será dessa vez que o jornal de papel irá acabar?”
Sabemos que a televisão não matou o rádio, a internet não matou a televisão e por ai vai.

É hora de parar e pensar na forma de se fazer jornalismo. Os impressos estão cada vez mais cheios de páginas e quem assina um jornal de médio ou grande porte sabe que tem papel suficiente no final da semana para forrar uma casa inteira para pintura, ou abrir uma peixaria e embrulhar um cardume todo.
Sem fazer apologia ao portátil iPad que nem chegou ao Brasil, mas não se pode negar seu lado positivo, na bandeira do ecologicamente correto de ler jornais, revistas e livros. Sem dúvida o jornalismo impresso está preservado culturalmente pelo hábito do contato entre os dedos, a tinta e o papel. Agora, é preciso repensar no luxo de devastar florestas para suprir a demanda de jornais robustos do mundo inteiro.
O formato do impresso sim deve mudar, assim como o conteúdo que deve começar no papel e se reforçar na internet, chegamos de uma vez por todas na era da interação entre as mídias, os jornais na web estão ganhando cada vez mais a atenção dos leitores. O acesso às informações em tempo real deve ser aliado da opção que tem a limitação de só poder informar o que ocorreu no dia anterior.
É preciso se conscientizar que o papel é um produto cada vez mais raro para ser usado em tão larga escala, sem falar no alto custo e na escassez de assinantes. As novas tecnologias não irão exterminar o jornalismo impresso, mas certamente fortalecerá ainda mais o jornalismo na internet e culminará em mais interação entre os meios.
Laércio Guidio
Jornalista
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