Sábado, 12 de maio de 2012 - 18h02
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Dejanir Haverroth
Uma zona - O PMDB de Ariquemes está à deriva. Sem capitão, sem vela e sem leme. Até o nome forte do partido à prefeitura deste ano desistiu de disputar. Estive lá nesta semana e constatei in loco. “Se há muita confusão no acampamento, o comandante está com pouca autoridade” (Sun Tzu - A Arte da Guerra). No caso, o comandante é o presidente do diretório municipal.
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Reino dividido - É uma pena que isso esteja acontecendo nas duas casas do Governador (o PMDB e Ariquemes). Não se deve culpa-lo por isso, afinal, há tanto para fazer e Confúcio anda muito ocupado trabalhando. Quem deveria se unir e se organizar melhor são as lideranças locais. Com certeza terão que gritar Help, digo, Raupp.
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Rinha de galos - Em Pimenta a coisa vai esquentar também no PMDB. O partido tem dois candidatos, e ambos não se bicam. Dois galos velhos e teimosos. Chico da Santa Maria e Brasil do DER. Se um sair, o outro diz que não apoia e vice-versa. Enquanto isso os adversários nadam de braçada.
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Exemplo – Um exemplo para o PMDB de Rondônia vem de Cacoal. Por lá o PMDB está organizado e deve lançar candidatura este ano com o apoio de outros cinco partidos. Dizem que quem coloca ordem na casa são as mulheres, e isso se confirma na terra do cacau. A vereadora Lourdes Kemper (PMDB) deve liderar o grupo e conta com outras três mulheres poderosas na linha de frente: Penha, Uri, Raquel e Sueli.
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De todos os grandes partidos de Rondônia quem aparenta ter melhor organização, neste momento, é o PDT, dos Gurgacz. Parece superar até mesmo o PT, que já foi símbolo da organização partidária. Seus soldados estão tomando os flancos em silêncio, estão motivados e, pelo que se pode observar, se preparam para uma grande guerra, cujas batalhas começam nessas eleições e devem se estender até 2014. Consigo até ouvir o guizo da cascavel. Quem viver verá.
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Rolim – Em terras de Bastiões cultiva-se políticos. O maior seleiro de políticos do Estado, a disputa deste ano vai ser “briga de foice”. Alguns golpes já começaram serem dados de forma mais desonesta possível, com direito a espiões, MackMoney, Tio Patinhas, Patanhas e Patadas (Walt Disney). Vejo o porquê a seguir:
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Falsas pesquisas I – alguém vai se dar mal em Rolim de Moura com divulgação de pesquisas. Uma pessoa de Vilhena esteve em Rolim do início deste mês e fez uma “pesquisa” (sem metodologia) para um político da cidade. O resultado foi divulgado e o Ministério Público (MP) Eleitoral já foi comunicado.
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É rolo - A pessoa que fez o trabalho não tem empresa de pesquisa e usou o nome de “Instituto ASSOCETT”. A divulgação, através de “panfletagem”, teria sido feita por um pastor evangélico, assessor de Cesar Cassol. A denúncia contém vídeos como prova.
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Falsas pesquisas II – Outro que poderá se ferrar com pesquisas é um velho conhecido no submundo da informação, o Instituto Phoenix (leia-se “Fenix”). Segundo informações de fonte segura, um dossiê está sendo preparado pelo Ministério Público Eleitoral onde constam possíveis achaques a políticos e vendas de resultados de pesquisas a fim de divulgação.
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Vai sobrar - Quem contrata os “serviços” do referido instituto também será responsabilizado. Essa prática não é novidade, e todos da imprensa e do meio político sabem disso. Esse trabalho do MP poderá dar fim a essa picaretagem.
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Enquete – Nesta semana publicamos uma enquete de Jarú, realizada nos primeiros dias deste mês de maio. “Esse tipo de sondagem não se trata de pesquisa eleitoral, já que são feitas sem os critérios metodológicos das pesquisas, sem controle de amostra, dependendo apenas da participação espontânea dos eleitores. (Art. 33 da lei nº 9.504/97)”.
Fonte: Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
assessoriavha@gmail.com
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