Quinta-feira, 4 de dezembro de 2025 - 15h25

Tem gente que acha que basta o
presidente da República, o governador ou o prefeito escolher seu sucessor e
todo mundo vai votar no seu candidato. Isso acontecia no tempo dos coronéis,
quando grandes latifundiários dominavam o poder em seus municípios ou regiões,
exercendo forte influência no processor eleitoral em troca de favores e, muitas
vezes, usando da violência. Era o chamado voto de cabresto, mecanismo ainda
hoje existente em algumas cidades remotas do Nordeste brasileiro.
Hoje, os tempos são outros.
Muitas coisas mudaram do coronelismo para cá. É bem verdade que algumas
práticas daquele período ainda estão presentes na politica brasileira, como o
clientelismo, a distribuição de benesses em troca de votos. A transferência de
votos não é fenômeno simples. Já ocorreu algumas vezes no Brasil, sendo a mais
recente, para citar apenas um exemplo bastante eloquente, a vitória de Tarcísio
de Freitas para o governado de São Paulo, impulsionada pela força política
incontestável do então presidente Jair Bolsonaro, mas isso é um caso isolado,
que não acontece com muita frequência.
O governador Marcos Rocha
consolidou-se como uma importante liderança politica no estado de Rondônia.
Isso não se discute. E marca baliza por onde deve passar a sucessão estadual de
2026. Isso não significa, contudo, que basta ele colocar o braço no ombro de
alguém para que todo mundo vote no candidato de sua preferência. Isso seria uma
estratégia política perigosa. Não é inteligente subestimar o adversário,
principalmente quando ele já foi testado e aprovado nas urnas. Além do mais,
nem todo eleitor é títere infantiloide para se amoldar aos caprichos e
devaneios desse ou daquele político.
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