Sexta-feira, 13 de junho de 2025 - 13h53

No último
dia 06 de junho, o escândalo do mensalão completou vinte anos. O esquema,
denunciado pelo então deputado federal Roberto Jefferson, à época presidente do
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), consistia na compra de apoio político
para aprovar projetos do governo. Dez bilhões de reais foram desviados dos
cofres públicos. Trinta e oito réus foram condenados, entre eles, membros da
cúpula do Partido dos Trabalhadores, como José Dirceu, José Genoíno e Delúbio
Soares, mas ninguém cumpriu pena completa.
Recentemente,
estourou mais um escândalo de proporções gigantescas. Nove bilhões de reais
foram roubados de contas de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de
Seguridade Social (INSS). Ao invés de apertar o cerco aos que surrupiaram o
dinheiro dos idosos, o governo Lula pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a
suspensão de todas as ações movidas contra a União pelas vítimas da fraude,
conforma matéria publicada na Folha de São Paulo pela jornalista Mônica
Bergamo. De concreto, mesmo, o máximo que se viu até agora foi a troca de algumas
figurinhas carimbadas da República, mas ninguém foi preso e, certamente, não
será. A corda vai arrebentar do lado mais fraco.
No caso especifico, aposentados e pensionistas, porque é assim que as coisas
funcionam no país do faz-de-conta.
No Brasil
do jeitinho, da malandragem e da força da grana, pessoas que deveriam estar
atrás das grades, circulam normalmente pelas ruas em carrões e frequentando
ambientes de luxo, na maior cara de pau, como se fossem cidadãos honestos,
torrando a grana que surrupiaram da sociedade, mesmo sabendo que todo mundo
viu, ouviu e acompanhou tudo. Querem convencer desavisados de que existe o
direito de roubar. Mas não existe! Pela Lei de Deus, roubar é pecado. Não
roubarás, ensina o mandamento. Pela lei dos homens, roubar é crime, mas nem
todos respondem exemplarmente pelas ilicitudes praticadas.
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