Terça-feira, 3 de março de 2026 - 15h53

aulo Pimenta, dublê de ministro
e marqueteiro do PT mudou o nome BolsoMaster para fugir do Mastergate que não
emplacou e no velho estilo burraldo, arrumar uma forma de colar o roubo do INSS
como coisa do Bozo, Paulo Guedes, Campos Neto e até do frentista do Posto
Ypiranga. A lista revela que é “gópi” de araque. Só tem gente do Lula e todos
sabem que tudo foi montado para roubar os sem eira nem beira com o DNA e as
digitais de Lupi, Levandowsky, Lulinha, Frei Chico, Henrique Meireles, Rui
Costa, Wolney Queiroz, Alexandre e sua Viviane Morais, Mantega, inimigos do Bozo.
Que “gópi”? Bolsonaristas roubando dos pobres para dar a Lula e ao PT? Risível.
Será que o gado bolsonarista virou um Robin Hood invertido que rouba do pobre e
dá aos ricos, a Lula e ao PT? Será que eles querem acabar com a direita e se
pirulitar para o Foro de São Paulo para encher as burras do PT?
1.1- Cumpanhêro é cumpanhêro

Num sufoco maior que carapanã na hora bater palmas
e cantar parabéns, o Toffoli está tentando fazer com que os advogados da
empresa Maridt apliquem o drible da vaca na CPMI do INSS e livrem sua cara, mas
como estão bem marcados, o jogo é difícil e o juiz Mendonça é casca grossa, eles
atalharam e foram ao ministro Gilmar, que tendo coragem até pra mamar em onça,
desentranhou uma decisão que havia proferido à época da pandemia em um processo
já julgado, arquivado, morto e de repente...BINGO! Sem que houvesse pedido
formal, Gilmar de moto próprio e depois de ser escolhido a dedo pelos amigos
dos amigos do meu - lá dele - amigo Toffoli, de forma totalmente enviesada
ordenou o caminho da impunidade. Para quem gosta de direito e de chicana
jurídica, está aqui
na íntegra. Detalhe: é um habeas corpus, instrumento para garantir o direito de
ir e vir de pessoas físicas assim como eu, você, Toffoli e não à empresa que já
disse que lhe pertenceu, que não tem pé nem pernas, mas que está andando na boca
de todo mundo pelo Brasil.
1.1- André Mendonça: “decifra-me ou devoro-te”

Sacado por Bolsonaro da
estrutura pública para atuar em altos cargos do governo, o pastor André
Mendonça tem algo sem valor político: é “terrivelmente evangélico”, o que em
“bolsonarês” é sinônimo de incorruptível. Paciente, Mendonça aguentou por meses
a fio que Davi Alcolumbre pusesse o seu nome na pauta para votação, apesar do
seu notável saber jurídico e ilibada reputação. Convenhamos que não foi
brilhante ou contestador com relação ao “inquérito do fim do mundo”, mas ao receber
a relatoria do “caso Toffoli” deu um nó na cabeça de todos ao decidir que os
investigadores da PF e não os escolhidos por Toffoli acessarão os autos. Um
drible de mestre na Corte e no Lulex. Agora Gilmar tem no Mendonça, uma esfinge
a ser decifrada e Mendonça tem o STF como um desafio a ser vencido. É hora da
onça beber água. A jogada do Mendonça poderá dizer muito do futuro do STF.
1.1- O angu de caroço na propaganda
oficial

A lambança na área da
publicidade em Rondônia está ficando maior e pelo visto não acabará bem para alguns
espertos. Desde que o governo deu “cavalo de pau” mudando procedimentos,
alterando contratos e gestores a coisa desandou. A bola de neve – ou melhor seria
dizer de lama? – aumenta a cada dia com a marcha da insensatez e prejuízos enormes
para quem está direta ou indiretamente envolvido, para os que buscam reparações
e mais ainda para os que estavam acostumados com o som das moedas na caixa
registradora. E o rolo pode contaminar as outras fontes que são poucas. O poder
público - governo, ALE, Detran e Prefeitura de Porto Velho são os grandes
investidores da mídia de Rondônia. E para quem acha que tudo ainda é igual ao
que já foi um dia, vale lembrar que órgãos de controle já não são como antes, a
justiça idem e que a internet mudou tudo na comunicação. Tem um caboco que insiste
em tentar apagar fogo com gasolina e aposta no caos. Dizia o velho Chacrinha,
quem não se comunica se trumbica. Pega fogo cabaré!
1.1- Dureza é roubar e não poder levar

“Praga de velho e viúva pega mais
que chiclete em carteira de escola”, diz Zé de Nana que acrescenta “o ruim de
roubar é não puder levar”. Um jatinho Hawker 400, comprado pelo deputado
federal Euclydes Pettersen do Republicanos-MG zerado estava na fase final de
entrega, pintado de vermelho, quando a PF – sempre ela – meteu a mão e disse:
“esse avião não Petersão”. Esse é fruto do roubo do INSS. Petersão mamou R$ 14
milhões da Conafer que no total roubou R$ 708 milhões. Mas tem explicação,
nenão Petersão? Veja: “a aeronave em
questão foi adquirida em momento anterior aos fatos investigados, com recursos
próprios e de origem comprovadamente lícita.(...) Por se tratar de procedimento
que tramita sob sigilo de justiça, não cabe tecer comentários(...) Reitero
minha plena confiança no trabalho das autoridades competentes e absoluta
disposição para colaborar com os esclarecimentos que se fizerem necessários. (...)
reafirmo minha inocência e a certeza de que, oportunamente, os fatos serão
elucidados de forma definitiva.” Petersão está certão, nenão? Mas para
os velhinhos e viúvas, Petersão é ladrão!
1.5-Fim de papo

Pelos menos quatro servidores públicos estão
sofrendo linchamento moral depois da investigação bastante esquisita parida por
aquele ministro do STF que o mundo todo sabe e que determinou a apreensão dos
seus passaportes o afastamento das suas funções que só circulassem com
monitoramento eletrônico. O pior, é que não houve o cuidado de preservar os
seus nomes. Por ora Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento,
Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes estão com um alvo nas
costas e uma espada na cabeça. Até quando? Sabe Deus a resposta, mas só após a
confirmação do Alexandre. Será o Benedito?
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