Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026 - 09h50

O engodo petista traz
raízes históricas da antiga Roma e seria para quem gosta de carnaval, um prato
cheio para o enredo “Um Coliseu Petista no Reino da Sapucaí”, algo assim do
balacubaco. "Pão e Circo" (panem et circenses) foi a estratégia da velha
Roma que tal qual o Bolsa Família entregava trigo e shows com gladiadores lutando
no Coliseu. No Brasil sem Coliseu, o povo ficou com a guerra de facções sem qualquer
glamour e desbordando e vitimando o próprio povo. Então, vinda de Niteroi uma
escola de samba resolve cantar loas ao grande líder escrutinado pelo TSE com a
obviedade de uma pobre rima: “Do alto do mulungu Lula, Pitu e tofu”.
1.1- Supremo Tayayá

Mais frouxos que baseado de noiado novo, os ministros
viviam irados com parcos salários e múltiplas críticas. O aperto é irmão da
tentação e pintaram as vendas de sentenças – jogo perigoso de que envolve
boquirrotos e deduragem – na sequência escritórios de advocacia familiar e os “Investimentos
Master” com as ramificações do Vorcaro como este biliardário contrato da
super-hiper-mega-blaster-lawyer ou para o brazuka raiz, a advogada esposa
“duómi”, ou os apartamentos e casas de luxo e agora os resorts, dentre eles o
Tayayá, ou Resort Viúva Porcina, aquele que foi do Toffoli & família, porém
segundo suas juras, foi sem nunca ter sido. Sacomé..
1.1- Top secret, dominós, Malu, pizza
& cia

“Segredo entre dois, só matando um”, diz Zé de Nana. Dedé
do BTG, viu Vorcaro como “cabra marcado pra morrer” e lhe propôs um acordo que
envolvia comprar o rabo insepulto do falido Banco Nacional que ambos queriam. O
negócio decente de gente nem tanto foi feito e renderia bons frutos fifty-fifty.
Dedé com cara de égua acessou de forma legal os dados do processo e os repassou
– diz o ex-governador Garotinho que está mais eloquente que papagaio de puteiro
– à jornalista Malu Gaspar. Quem foi
deputado em Rondônia conhece a regra: dominó enfileirado de pé, piparote e pah!
Malu jogou no ventilador e num efeito dominó já caíram Xandão e Tofolli e
tem mais na esteira. Mas o sistema se reinventa e não duvidem que a tudo vá
para o fogo da impunidade com a jornalista Malu Gaspar tendo ainda que encarar
a indigesta pizza que está sendo assada pelo pizzaiolo Don Fachin. Cruel!
1.1- E o super poderoso fi de Lindu mijou
na arvinha

Os indígenas – cada dia mais sabedores das
estripulias brancas fizeram pajelança, audiências, reuniões com ongueiros e enfiaram
goela a dentro (ops!) do governo o Decreto 12.600/25 que incluía as hidrovias
da Amazônia no Programa Nacional de Desestatização. Vitória das ONGS - sempre
elas - ligadas aos povos originários, da Ministra Guajajara e Marina Silva -
anda mais quieta que guri cagado - mas que estará na foto cacarejando. O recuo
se deu após a ocupação da Cargill pelos índios que dizem que a dragagem é ruim
para seu estilo de vida, para a pesca. Sei que a dragagem seria uma perda moral
para as ONGS que agora comemoram o fim das hidrovias do Tapajós, Madeira e
Tocantins. Aí Zé de Nana questiona, “como é que os índios engoliram o governo e
nós em Rondônia temos que engolir o engodo do obsceno pedágio da BR 364? Ou nos
faltam ONGS, índios, mulheres de fibra ou a nossa bancada é um fiasco político.
Para Zé de Nana, que hoje está indócil, “em casa que mulher manda até o galo
canta fino. Lula se michou e mijou na arvinha”.
1.5-Fim de papo

Depois de formatar o computador que deu pau e da
preguiça pós carnaval, chutei o balde, o leite e a vaca e decidi parar de
escrever, mas o Zé de Nana pediu: “deixa o povo me ver de vez em quando. Eu só apareço
se você escrever.” Estava sendo ingrato com meu parceiro invisível. Capitulei e
ele surgiu agora meio que de corpo e meio que de alma e já reinando: “Esse aí na
foto sou eu, indo e vindo nos miolo de Sêo Leo que me dá a vida que nunca tive.
Esse aí é eu, o Zé de Nana falado.”
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