Terça-feira, 23 de março de 2021 - 12h13

Uma cobertura bem feita da epidemia do novo
coronavírus deveria analisar o que, de fato, acontece no País. Não se trata de
esconder números, mas, de verificar, de forma honesta, o que está acontecendo.
E, neste sentido, uma comparação com os padrões internacionais deve ser feita
de modo adequado. Infelizmente, a cobertura da imprensa que tem sido feita se
tornou uma disseminação unilateral do medo e, por interesses escusos, uma
campanha imoral contra o governo.
Não se pode, como é feito, apenas enfatizar o
número de mortos, que, para a população brasileira, deveria se esperar um
número bem maior. Cálculos moderados projetam que as mortes passarão, no final,
de meio milhão, o que não está fora dos padrões de um país em desenvolvimento
como o nosso. Ou seja, não existe nada que justifique o massacre midiático que
vem sendo feito contra a forma como está sendo combatido o vírus no nosso País.
O Brasil superou nesta quinta a marca de 7 milhões
de pessoas curadas da covid, o que representa 97,24% do total de casos
encerrados. Em relação a óbitos, jornais famosos como o francês Le Monde listam os países de acordo com a
população e o Brasil aparece em 24º lugar, com 928 mortes a cada milhão de
habitantes.
Em situação pior, com 932 mortes por milhão, temos
a Suíça, sem que ninguém fale em “caos na saúde” lá.
Proporcionalmente, Brasil tem menos óbitos que
Argentina (964), México (994), França (1019), Espanha (1100), EUA (1109) e
Reino Unido (1136).
Há ainda Peru (1142), Itália (1272) e Bélgica, que
tem taxa de 1.707 mortes por milhão de habitantes; quase o dobro da média
brasileira.
O Brasil, com 212 milhões de habitantes, tem 705
mil casos ativos da covid. O Reino Unido (68 milhões de habitantes) tem o
dobro: 1,4 milhão. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Fonte: Cláudio
Humberto, Diário do Poder.
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