Terça-feira, 2 de junho de 2020 - 16h39

A
Comunique-se, empresa especializada em comunicação, realizou, nesta terça-feira
(02 de junho) um webinar denominado de “Impactos da Covid-19 na comunicação
corporativa” na qual apresentou uma pesquisa onde mostrou alguns dados muito
interessantes. Um deles foi o fato de que constatou que 83,3% das agências
tiveram perdas de receita e estas foram muito mais elevadas entre as empresas
micros e pequenas. Outras constatações feitas foram a de que 36,5% das empresas
reduziram suas jornadas de trabalho e mais 23,4% anteciparam férias. Embora
tenha sido uma tendência geral do setor manter seu quadro de funcionários mesmo
assim 24,7% delas promoveram demissões. Outra tendência observada foi a do
trabalho home-office. E aqui um resultado que deve impactar no futuro das
empresas: 55,3% disseram que a produtividade aumentou com o trabalho em casa. E
isto é mais significativo quando mais 30% disseram que a produtividade
permaneceu no mesmo patamar, enquanto que somente 13,8% disseram que a
produtividade piorou. Uma pergunta que foi feita na pesquisa tentando sondar o
futuro mostrou que 38,2% das empresas, depois da crise, terão escritórios
menores e home office parcial. Por fim, verificou-se que houve uma procura
muito maior de conteúdo, o que demonstrou a preocupação das empresas em se
comunicar, em não perder o elo com seus clientes, bem e-mail marketing, por ser
um meio de comunicação mais efetivo e menor custo.
Os
especialistas em comunicação corporativa que discutiram os dados e o que será o
que chamamos de o “novo normal” consideram que a comunicação será essencial
para a economia e para as empresas, porém, a questão fundamental será como as
empresas irão cuidar das “pessoas”. A principal razão é a de que tão necessária
quanto a comunicação externa, ou até mais, será a comunicação interna, de vez
que o home office tem suas indubitáveis vantagens, todavia, também afeta o
psiquê das pessoas e a cultura das empresas. É preciso ver que o coronavírus
cria, ao mesmo tempo, medo, crise e oportunidades. E obriga, forçosamente, a
mudar os comportamentos, de vez que as coisas estão mudando rapidamente. Neste
sentido, quem se comunica bem durante este período, quem constrói bem seus
conteúdos e age com transparência e rapidez tem maior chance de protagonismo.
Este é um momento, de fato, de se ter uma comunicação séria, consistente com a
ação das empresas e das pessoas. Comunicar e comunicar bem é uma necessidade
nesta época tão conturbada. E quem comunicar bem, certamente, ocupará espaços e
terá mais condições de recuperar os prejuízos que a crise acarretou em quase
todas as empresas.
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