Terça-feira, 5 de outubro de 2021 - 16h30

O limite de transferência via PIX de r$ 1 mil, entre
20 horas e as 6 horas da manhã pegou muita gente de surpresa. Quem não mora em locais
violentos e perigosos com São Paulo e Rio não se deu conta da importância da
medida, mas a verdade é simples: bandidos estão sequestrando pessoas e
obrigando que elas abram seus aplicativos e transfiram dinheiro vivo para membros
das suas quadrilhas a toda hora. No Brasil o criminoso trava a ordem e impede que
a tecnologia facilite a vida do cidadão de bem, mas a mesma tecnologia
beneficia o bandido e explico: o golpe
do PIX só ocorre porque bandidos, traficantes, celerados, ladrões e todos os
outros tipos de criminosos podem abrir contas nos bancos, seja com documentos
falsos ou usando laranjas que é gente da mesma espécie e disponibilizam as suas
contas para receberem o dinheiro do espertalhão, ganhando uma comissão e depois
sacam o restante nos caixas eletrônicos. E o que fazer com bandidos e laranjas,
já que todos são iguais perante a lei?
Ora, o estado pode fazer algo muito simples: se
comprovado que o titular da conta corrente permite que a sua conta e seus
documentos sejam usados para crimes, o Banco Central registra os dados daquela
pessoa inclusive o seu CPF numa lista negra e partir daí nenhuma instituição
financeira abrirá uma conta em seu nome novamente e ele responderá ainda
solidariamente e mais, pelo crime de falsidade ideológica. Para fazer esse
“algo simples”, porém será preciso fazer o que é quase impossível: convencer o
Congresso – tisconjuro – a dar legalidade ao “algo simples através de um projeto.
É difícil, principalmente levando-se em conta a vida pregressa de muitos dos
nossos congressistas com suas capivaras policiais. Repito, é muito difícil.
Mas o que muda no PIX? O Banco Central propõe o
bloqueio de crédito que acaba de ser feito em contas suspeitas por até 72
horas, o compartilhamento de informações entre os bancos, de contas com
problemas para assim possibilitar a limitação de valor de transferência em
qualquer horário. É uma tacada de mestre: o bandido vai avaliar se vale a pena
o risco do sequestro de uma pessoa com todos os agravantes, para obter apenas
mil reais. É avaliação do retorno.
Mas
e os outros crimes? No Brasil o estelionato é quase que um crime menor. Se
alguém lhe passa a perna e por sorte você descobrem quem foi o autor, nada
praticamente acontece com ele. Se o golpe foi via WhatsApp e você perdeu
dinheiro, nem o banco, nem a justiça vão dar seguimento a uma investigação que
possibilite identificar e punir o bandido. Estelionato no Brasil é sinônimo de
impunidade e é exatamente por este motivo que pirâmides financeiras proliferam.
A indústria da aposta oficial e agora da aposta
legal ou mesmo da velha agiotagem que infelicitam tantas famílias de adictos
sem controle, têm no PIX – que é uma ótima ferramenta para o cidadão de bem – o
caminho para a picaretagem e a bandidagem em larga escala.
O
PIX nasceu seguro e continuará sendo seguro. Quem não é seguro é o nosso país.
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