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Gente de Opinião

Hiram Reis e Silva

Mulheres Guerreiras – Parte V - Antônia (Jovita) Alves Feitosa (II)


Mulheres Guerreiras – Parte V - Antônia (Jovita) Alves Feitosa (II) - Gente de Opinião

Bagé, 08.05.2020

 


Este mesmo depoimento nos foi feito por Jovita em uma das salas do Quartel do Campo da Aclamação, no Rio de Janeiro, onde ela se achava. Só um devotamento supremo podia ter tocado o coração desta mulher cuja resolução inabalável perde-se nos véus de um mistério, que não nos é dado perscrutar, e que só o futuro nos poderá esclarecer. Na frase de um grande escritor, talvez que o demônio da solidão a inspirasse!

 

III

 

Aí em Teresina encontrou-se com seu pai, que vinha de Caxias, o qual, com dificuldade aquiescendo aos desejos patrióticos de sua filha, deitou-lhe sua benção, e seguiu...

 

Jovita já não era uma mulher! Era um “Voluntário da Pátria”, graduado com o posto de Sargento! No dia 10 de agosto embarcou Jovita com 460 praças com destino a Parnaíba. Daí embarcou no Gurupi para o Maranhão, e do Maranhão veio no Tocantins para o Rio de Janeiro, onde chegou no dia 9 de setembro.

 

Imediatamente despertou-se a curiosidade pública. Todos corriam para vê-la. As fotografias se reproduziam todos os dias, e é raro quem não possua um retrato da voluntária do Piauí.

 

Vimo-la também: ‒ É um tipo índio. Tem uma estatura mediana, maneiras simples, e sem afetação, despida daquela gravidade, que impõe um respeito profundo, bem proporcionada, rosto redondo, uma cútis amarelada, cabelos curtos, crespos, e de um negro acaboclado, mãos de homem e secas, pés grandes. Seus olhos negros, cheios de luz, tornam-na simpática, seus lábios fechados com alguma graça ocultam dentes alvos, limados e pontiagudos. Uma serenidade d’alma estende-se pelo seu todo, e mesmo lhe assegura uma confiança, que a tranquiliza. De onde se vê que devia zombar das seduções que a rodeiam. Sua voz cantada e de um timbre agradável conserva sempre uma firmeza imperturbável.

 

Procurando-a no seu aquartelamento tivemos por fim estudá-la, e mesmo ver se conseguíamos o segredo que a moveu nessa resolução inabalável. Surpreendeu-nos a sua singeleza e a tranquilidade que conservava vivendo entre soldados. Nessa ocasião trajava calças brancas, com uma blusa de chita mal afogada, num desalinho desgostoso, deixando ver, através do colarinho de homem, um rosário de contas escuras, e uma corrente de ouro, cingidos ao pescoço. Encostada a uma mesa com a cabeça apoiada sobre a mão esquerda, respondia-nos, brincando com bonecas, e uma caixinha de brinquedos de criança. Como se conciliar esta natureza enigmática? Enigma talvez para ela mesmo, enigma ficou para nós! Seria fraqueza? ‒ Não! ‒ O Heliotropo ([1]) também se volta para o Sol. Entre as muitas perguntas que lhe fizemos respondeu-nos contrariada do seguinte modo:

 

  Eu tenho muita raiva dos Paraguaios, queria ir para a guerra para matar essa gente; mas não me querem, enjeitaram-me.

 

Como assim? retorquimos nós.

 

  O governo não permite que eu siga. Já me destituirão do posto.

 

Mas, dissemos nós, a Sr.ª mesmo não podia ir por ser mulher; porque razão não segue prestando os serviços próprios do seu sexo?

 

  Não, nesse caso não vinha, podia ficar na minha terra, onde faria tudo isso, e de mais,

 

Continuou ela num tom apaixonado...

 

  O Imperador também já foi para a guerra...

 

A Sr.ª estima o nosso Monarca!

 

  Se eu não estimá-lo, a quem mais devo estimar?

 

Respondeu-nos com uma inflexão de voz decisiva. De fato, notava-se que um sentimento de contrariedade dominava toda a sua figura. Já não possuía aquela majestade dos seus dias de triunfo popular. Tinha no olhar uma indiferença sarcástica para todos que se aproximavam.

 

Havia seu fundamento: Jovita, uma vez prestado o juramento de fidelidade à sua Pátria, e depois alistada no Exército com as honras de 2° Sargento de Voluntários, nunca suspeitou que mais tarde a destituíssem do seu posto.

 

Uma ordem, porém, baixou da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, em data de 16 de setembro, concebida nestes termos:

 

 

Ilm° Sr. Não havendo disposição alguma nas Leis e Regulamentos Militares que permitia à mulheres terem praça nos Corpos do Exército, nem nos da Guarda Nacional, ou de Voluntários da Pátria; não pode acompanhar o Corpo sob o comando de V.S. com o qual veio da Província da Piauí a Voluntária Jovita Alves Feitosa na qualidade de praça do mesmo Corpo, mas sim como qualquer outra mulher das que se admitem a prestar junto aos Corpos em Campanha os serviços compatíveis com a natureza do seu sexo, serviços cuja importância podem tornar a referida Voluntária tão digna de consideração, como de louvores o tem sido: pelo seu patriótico oferecimento: a que declaro a V.S. para seu conhecimento, e governo.

 

Deus guarde a V.S.

 

 

Jovita, entretanto, apelou para os sentimentos generosos do nobre Ministro da Guerra, solicitando para que revogasse a ordem do Quartel General. Era bem difícil o que ela pedia. O Exm° Ministro, cujos desejos eram ardentes em conferir-lhe essa graça, de modo nenhum podia aquiescer, visto como a lei é muito expressa a tal respeito. Não obstante, dignou-se responder-lhe em uma carta que lhe dirigiu, concebida nos termos os mais dóceis e convincentes, mostrando-lhe o preceito da lei. Aí revelou o seu pesar, manifestando que a sua compleição e o seu sexo era razão para não poder suportar as fadigas de uma campanha, e que o seu sacrifício em bem do País seria inútil, visto haverem numerosos defensores. Com tudo, não deixava de apreciar e louvar a viva prova que dava do seu patriotismo, oferecendo-lhe os meios de que necessitasse para que, recolhendo-se a sua família, tivesse a felicidade de que é digna.

 

IV

 

Se, como Joanna d’Arc, Jovita tivesse em outros tempos encontrado uma rainha Yolande d’Anjou, por certo não teria deposto os galões de Sargento, que com tanto patriotismo e renome foram conferidos pelo ilustrado Presidente da Província do Piauí o Exm° Sr. Dr. Francklin Dória, cujo coração eminentemente brasileiro, maravilhado por tamanho heroísmo, aceitou-a por um rasgo de imaginação patriótica.

 

  Hoje, porém, nenhuma vontade está acima da lei.

 

Nem seria um fato novo que se abria nos fastos, quer da nossa história, quer da humanidade sofredora. Ha exemplos de uma coragem admirável entre as mulheres de todos os tempos; principalmente quando uma paixão, ou uma ideia as ilumina, porque então sentem-se inflamadas, e levantam-se apaixonadas naquele entusiasmo sublime dos tempos heroicos.

 

No Brasil, além dos nomes célebres das mulheres heroínas dos tempos coloniais, ([2]) existe ainda bem rica na memória do povo essa figura majestosa da “mineira” ([3]) que na revolução de 42 sagrava com seu ósculo de mãe a fronte de seus filhos rebeldes, e com eles caminhava aos campos da Batalha! Olímpia de Gouge fundando o direito das mulheres bem o disse: “Elles [les femmes] ont bien le droit de monter à lá tribune, puisqu'elles ont cellui de monter a l’echafaud” ([4]). Parodiando suas palavras nós diremos: “As mulheres têm o direito de se iniciarem nos destinos da Pátria, visto como tem o dever de contribuir com seus filhos para a guerra”.

 

Assim nós vemos entre os bustos venerandos de toda essa Assembleia Francesa, nos tempos sanguinolentos da grande Epopeia Social, que reformou o mundo pelo exemplo e pela palavra, surgirem vultos de mulheres, notáveis pela grande influência que exerceram pelo seu devotamento, e pela sua fé gloriosa.

 

Carlota Corday”, pela inspiração patriótica sobe à guilhotina ‒ foi-lhe a morte sublime nesse martirológico sagrado de uma nova religião! “Madame Roland”, cuja coragem concorreu para erguer o altar do futuro, é recebida pelos Jacobinos como um dos seus membros ilustres. “Theroigne de Mirecourt” a Joanna d’Arc impura da praça pública ‒ como a crismou Lamartine, vindo a Paris atraída pela Revolução Francesa, aí mostrou prodígios de valor ‒ foi a primeira que subiu à torre no assalto da Bastilha!

 

Não era pois de admirar que Jovita com o desinteresse com que se atirava às lutas de uma Campanha, produzisse atos de valor na qualidade de Sargento. Houve também na Bastilha uma mulher que seguiu para a guerra como Capitão de artilharia. No momento em que escrevemos estas páginas biográficas folgamos de registrar mais um cometimento digno de glória para a nossa galeria histórica. D. Marianna Amália do Rego Barreto, moça de 18 anos de idade, de educação fina e cuidadosa acaba de oferecer-se para o 5° Corpo do Batalhão de Voluntários da Pátria. O Sangue de D. Clara, e de outras Pernambucanas ilustres, que tanto se distinguiram nessa luta titânica que nossos avós sustentaram heroicamente com os Holandeses, até expeli-los do território, não pôde por mais tempo sopitar-lhe ([5]) o desejo de ir incorporar-se aos defensores da Pátria.

 

O Presidente aceitando o seu oferecimento feito sem reserva nem condições, destinou-a para o hospital de sangue e permitiu-lhe o uso das insígnias de 1° Cadete em atenção à sua hierarquia. Filha dessa Veneza Brasileira tão notável entre as estrelas do diadema Imperial merece toda a nossa admiração!

 

V

 

Jovita Alves Feitosa podia muito bem glorificar os feitos de nossas armas nos muros de Humaitá! A palavra liberdade domina-lhe tanto o espírito quanto lhe horroriza a palavra cativeiro, e ela ama sua Pátria assim como a Princesa de Lamballe ([6]) amava na Rainha Maria Antonieta uma amiga devotada. Não foram as ovações das massas populares que atraíram Jovita, mas sim o sofrimento de sua Pátria, os infortúnios de seus irmãos! É certo, que, Jovita voltará para, o seio de sua família, já que não pôde realizar os seus sonhos desejados. Pouco lhe faltava também para completar a sua glória! Tamanhas foram as ovações que lhe fizeram. Nas diversas Províncias em que passou o Tocantins recebeu Jovita as maiores provas de entusiasmo e gratidão nacional. A tal respeito diz o Diário de Pernambuco:

 

Diário de Pernambuco n° 201

Recife, PE – Sábado, 02.09.1865

 

A este Batalhão vem incorporada a heroína brasileira, segundo a consagração popular, Jovita Alves Feitosa, de 18 anos, natural Inhamuns, Província do Ceará, e há um ano residente em Jaicós, Província do Piauí, onde deixa dois irmãos menores, e, o pai, que com dificuldade; aquiesceu aos, desejos patrióticos, de sua heroína filha. Dominada de grande patriotismo, que se lhe desenvolveu com as infâmias dos paraguaios, às do seu sexo, foi Jovita à capital do Piauí, e alistou-se no 2° Corpo de Voluntários, declarando logo que não queria ser enfermeira e combatente.

 

O Presidente da Província depois de se convencer de que a sua resolução, não era filha de uma loucura nem pretexto para encobrir um ilícito amor, a mandou alistar com a graduação de 2° Sargento, em cujo posto com facilidade se exercitou, e dizem ser o Sargento do Corpo que está mais prático nos manejos das armas. Traja calça e saiote, fardeta ([7]) e boné do corpo e tem o cabelo cortado à escovinha.

 

Os Maranhenses fizeram a esta patriota, que mais tarde será uma heroína, as maiores ovações. Na sua chegada ali, ia ser hospedada em casa do Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara Antônio Francisco de Salles, onde se hospedou o comandante, porém, o Ajudante de Ordens da presidência, Tenente Campos, que primeiro foi a bordo, a levou para o seio de sua Exmª família, onde recebeu a heroica menina distinto agasalho e foi cumprimentada por inúmeras pessoas.

 

O empresário do “S. Luiz”, Vicente Pontes de Oliveira, mal fundeou o vapor, anunciou para o mesmo dia um espetáculo em honra dela; e tamanho foi o entusiasmo que em pouco menos de três horas foram vendidos todos os camarotes e cadeiras, sendo a concorrência ao espetáculo espantosa.

 

A ele assistiu Jovita em trajes militares e de um camarote adornado com a Bandeira Nacional.

 

A distinta artista D. Manoela, vestida de guerreira e empunhando o Estandarte Nacional, recitou a patriótica poesia do Sr. Francisco Muniz Barreto, e, em seguida, cantou ela, acompanhada pela orquestra, com todos os artistas da companhia, fardados de Voluntários, o hino da composição do maestro Francisco Libânio Colás e letras do poeta Juvenal Galeno. Por essa ocasião o povo pediu o comparecimento em cena da heroína, o que ela satisfez. Vivas, bravos, e flores partiram de todos os ângulos do Teatro.

 

D. Manoela, abraçando-a, e dando-lhe um ósculo, tira-lhe o boné, coloca-lhe na cabeça uma coroa de louros, e lança-lhe ao pescoço um cordão e um crucifixo de ouro; e, findo que foi o espetáculo, é ela conduzida à casa pelo povo ao som de vivas e música. O negociante português Boaventura Coimbra de Sampaio mandou-lhe preparar e ofertar um completo fardamento de pano fino. O Maranhão soube distinguir a tão patriótica jovem, e o Sr. Dr. Salles deu-lhe um jantar, a que assistiu toda a oficialidade do seu corpo e inúmeras pessoas.

 

Ao passar pela Paraíba, recebeu ela ainda uma nova prova do apreço que merece a seus concidadãos. Uma comissão foi a bordo do vapor, e aí fez-lhe oferta de um custoso anel de brilhantes, como recordação de seus patrícios paraibanos, que sabem como todos os brasileiros honrar as virtudes cívicas.

 

 

Sua passagem em Pernambuco foi triunfante. O Presidente da Província recebeu-o no Teatro em seu camarote, dando-lhe um lugar distinto. E nem podia esse povo ser indiferente ‒ São Pernambucanos! Nessa ocasião deslumbrou os espectadores uma linda poesia, apropriada ao assunto, e que não podemos furtar-nos ao prazer de transcreve-la. São os sentimentos do povo Pernambucano nos lábios do Poeta:

 

 

À Heroína Brasileira Jovita Alves Feitosa

(Francisco Muniz Barreto)

 

Na onda do movimento

Do País em convulsão,

Fero, pujante, sedento,

Terrível como o vulcão,

 

Destaca-se à luz do dia

Um tipo de valentia,

Enchendo de simpatia

O mais revel coração.

 

Não me admira o denodo

Da multidão varonil

Do povo que ergue-se todo

Bradando louco, febril:

 

“Cuidado! Gente insensata!

Cuidado! Corte ingrata

Da República do Prata!

Tem muita gente o Brasil!”

 

Bato palmas à nobreza

De quem conhece o dever;

Aplaudo a ardente braveza

Do homem que o sabe ser;

 

E teço também um canto

A quem sobe, tanto, tanto,

Mas não me leva ao espanto

O natural proceder!

 

O que me espanta é a força

De um feminil coração,

É ver em um peito de corça

Brio, valor de leão!

 

E sob a forma delgada

De uma mulher delicada

Ver uma alma alimentada

Do fogo de uma explosão!

 

Isto, sim, isto é sublime!

Vale arcos triunfais!

É grande arrostar o vime

Nortadas ([8]) e vendavais!

 

É coisa que maravilha

Partir risonha à guerrilha

Ingênua, modesta filha

Qual desenvolto rapaz!

 

Percorro os sagrados templos

Do mundo dos Panteões,

E vejo de tais exemplos

Raros nas outras Nações;

 

Só no livro desta terra

Em tempos assim de Guerra

Eu leio que a história encerra

Esses portentos de ações!

 

 

VI

 

Entretanto, pobre mulher! Não deixarão de aparecer seus preconceitos! Muitos, ignorando qual o verdadeiro lugar que nestes acontecimentos te deviam dar, não quiseram acreditar que um ajuntamento de causas naturais, combinadas pela mão da Providência, produzisse tamanho civismo! Procuraram inverter as altas aspirações que te impeliram para o centro dos perigos. Quiseram negar-te essa alma generosa, depurada num sentimento grandioso!

 

Mas, debalde! A alma que te ilumina é como a luz que brota espontânea das regiões ocultas do infinito para infundir-se deslumbrante pelo espaço além. O que te faltava pois? És moça, tens a alma dos 18 anos, o vigor do sangue, e a imaginação ardente da mulher do Norte, que concebe e realiza por paixão.

 

Serias uma louca? Também Joanna d’Arc, foi considerada como uma louca pelo Sr. de Beaudricourt quando seu tio Durand a apresentou comunicando a sua resolução. Qual pois o móvel que te guiou? Seria o amor ultrajado? Tiroagne de Mirecourt também cometeu atos de uma bravura histórica, movida pela paixão, e pelo vício de que ela se envergonhava.

 

Como quer que seja, se algum motivo estranho te inoculou tamanha coragem, ainda assim és digna de toda a admiração da posteridade. Suspendamos, porém, o nosso, juízo, neste ponto, e perdoemos aos levianos. É que eles se maravilharam com a grandeza da ação, e, covardes, atordoaram-se por assim dizer com este heroísmo de uma moça de 18 anos, e com a severidade com que ela afrontou sempre tamanhas dificuldades.

 

Felizmente acabaram-se as clausuras, e os tempos do “Maometismo”. Já as mulheres não são vítimas do furor estúpido dos homens. O Cristianismo com o seu verbo sublime espancou esses nevoeiros pesados da antiguidade. (COARACY, 1865) – Continua --

 

Bibliografia:

 

COARACY, José Alves Visconti. Traços Biográficos da Heroína Brasileira Jovita Alves Feitosa – Brasil – Rio de Janeiro, RJ – Tipografia Imparcial de Brito & Irmão, 1865.

 

Solicito Publicação

 

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

 

·     Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)

·     Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

·     Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

·     Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);

·     Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)

·     Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

·     Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

·     Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);

·     Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)

·     Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);

·     Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)

·     Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

·     Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

·     E-mail: [email protected].



[1]   Heliotropo: vegetal que orienta sua haste, folhas e flores para a luz solar.

[2]   Tempos coloniais: Guerra dos Holandeses (COARACY, 1865).

[3]   ???

[4]   Elas devem ter o direito ascender à tribuna, já que podem ser conduzidas ao cadafalso.

[5]   Sopitar-lhe: conter-lhe.

[6]   Lamballe: Maria Luísa Teresa de Saboia-Carignano, Princesa de Lamballe, amiga e confidente da Rainha Maria Antonieta da França.

[7]   Fardeta: jaqueta militar.

[8]   Nortadas: vento Norte frio e forte.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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