Quarta-feira, 12 de setembro de 2018 - 21h50
Pacificação e reconciliação
Há um século, em 1918, a Gripe Espanhola não poupou a Amazônia, causando milhares de mortes em toda a região. Cem anos depois, com o retorno de velhas enfermidadess e a falta de um enfrentamento mais eficaz para as doenças novas, o Brasil vive um novo caos no setor de saúde.
Além de afetar a paciência da população frente ao poder público, a situação doentia criada pelo conflito de propósitos entre povo e governo põe em risco a própria experiência democrática iniciada com a Constituição de 1988.
Prestes a completar 30 anos, ela deveria ser a Bíblia da Nação e a receita para todos os males. A não ser por alguns tímidos avanços sociais, os governos do período jamais cumpriram seu espírito social-democrata, reféns de uma coalizão contaminada pela imoralidade e a corrupção.
Golpeada pela dissintonia entre as ações do governo e os interesses da população, a democracia sofre ainda o abalo de uma campanha eleitoral repleta de bravatas, rancores e ameaças.
É um clima negativo do qual são representativos o candidato predileto do eleitorado na prisão, e o segundo mais aceito em estado grave depois de uma agressão a faca. É a própria nação aprisionada e ferida, carente de dois remédios essenciais: pacificação e reconciliação.
Grande trabalho
O vice de Acir, o ex-presidente da Assembleia Legislativa Neodi Carlos (PSDC-Machadinho do Oeste) realiza um grande trabalho para sua coligação no interior do estado, apoiando os candidatos estaduais e federais e não deixando cair a peteca majoritária. Enquanto Acir reverte a situação do seu registro em Brasília, a campanha segue e Neodi tem sido um baluarte na sua aliança.
Votos de Lula
Fragmentados entre Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), os votos de Lula agora devem ser atribuídos majoritariamente ao seu ungido, o ex-prefeito de são Paulo Fernando Haddad, nas eleições de outubro. Num pleito repleto de reviravoltas e com tendência de ocorrer em dois turnos, as eleições presidenciáveis vão pegar fogo a partir de agora. Façam suas apostas.
Prá desconfiar
É de se desconfiar do PSDB, com tantos ex-governadores pendurados na justiça, como Aécio Neves (Minas Gerais) e Beto Richa (Paraná). E, o modelo de gestão, toma lá e dá cá dos tucanos, deve refletir negativamente na campanha dos candidatos ao governo nos estados, sendo no caso de Rondônia, com seu candidato detentor de histórico até de compra de votos e mandato cassado.
Estado de alerta
Apupado nas bases, alvo de grande rejeição na capital, o senador Valdir Raupp (MDB) que busca a reeleição, esta em estado de alerta contra os ventos contrários. Luta como um leão para reverter uma situação desfavorável. Já teve batalhas memoráveis no passado, ganhando paradas consideradas perdidas, de virada. Mas desta vez caminha para o despenhadeiro.
Peitos e bumbum
Com peitos e bumbum novos em folha, mais uma caminhonete de presente para a campanha eleitoral uma certa candidata a Assembleia Legislativa, patrocinada por um figurão político já esta contando a eleição como favas contadas. Já fala até em ser a próxima presidente da casa de Leis. A condessa do café quer virar a marquesa do Rio Madeira...
Via Direta
***Com fundos partidários abarrotados, o MDB de Rondônia colocou seu bloco em campo com toda força na capital *** O ex-governador Ivo Cassol deu gás na coordenação de campanha do candidato ao Senado Carlos Magno (PP) *** Ele espera atropelar os concorrentes na reta final *** As mulheres em alta, com duas zebras trotando nos campos da peleja rondoniense: Fátima Cleide (PT) ao Senado e Silvia Cristina (PDT) à Câmara dos deputados.
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