Quinta-feira, 24 de maio de 2018 - 21h09
Cornucópia de bondades
Em ano eleitoral aumenta a produção de mel, que emana das bocas dos candidatos e respectivos marqueteiros. Os governos, por sua vez, são uma cornucópia de bondades.
Um dos artifícios recorrentes em anos eleitorais é o discurso da burocracia oficial de que “há verbas para tudo, mas faltam bons projetos”. Em plena campanha eleitoral de 2016, os candidatos gastaram o Latim para se apresentar como “gestores”, milagreiros capazes de elaborar bons projetos e assim aproveitar a suposta penca de recursos ofertados.
Sabe-se que existem verbas orçamentárias e financiamentos, mas os “gestores” deixam de usar tanta fartura por incapacidade para apresentar bons projetos.
Em recente visita a Porto Velho, o ministro Sérgio Sá Leitão, da Cultura, repetiu a velha alegação de que há recursos, o que falta são projetos. Ou seja, não é o governo que falha, é a sociedade que relaxa.
Na ótica governamental, a cultura é parte do complexo recreação e turismo, embora a recreação e o turismo é que sejam partes integrantes da cultura. Mas Sá Leitão não saiu daqui sem antes deixar um ensinamento precioso: atividades culturais são responsáveis por 2,6% do PIB brasileiro e geram um milhão de empregos diretos.
A fragmentação
Com tantos postulantes a Câmara dos Deputados em Porto Velho capital, os atuais deputados federais Mariana Carvalho (PSDB) e Lindomar Garçom (PRP), como os nomes considerados de ponteira casos de Leo Moraes (Podemos) e Mauro Nazif (PSB) terão pela frente uma forte fragmentação do eleitorado local. Sem querer voduzar ninguém, é um problema daqueles.
A canibalização
Com tamanha canibalização de votos na capital, tanto os atuais federais da terrinha como os poderosos emergentes aqui citados não dispõem de tantos sufrágios como contabilizam nas suas suposições. Alguns se sentem os “caras”. Na verdade, vão precisar de se socorrer em redutos interioranos. Com as barbas de molho, alguns deles – com mandatos e os predadores – já estão se interiorizando
As pesquisas
Já tem empresário encomendando pesquisas e algumas já estão concluídas – daquelas com credibilidade – para ver quem vai apoiar no pleito de outubro. Nas primeiras sondagens já temos surpresas, tanto na capital como no interior e com muito eleitor já dizendo que não vai votar neste ano, principalmente na capital. Por isto os candidatos de Porto Velho que fiquem de barbas de molho desde já.
Nossas bandeiras
Nossa bancada federal precisa se unir em torno de bandeiras regionais importantes. Temos a conclusão da ponte no Abunã, a restauração da BR 364, a liberação dos embargos ambientais para reabertura da BR 319, a ponte binacional em Gujará Mirim, a Usina Hidréletrica de Tabajara em Machadinho, a conclusão da Transrondônia, Hospital Regional do Vale do Jamari, entre tantas outras.
As definições
A cada pleito as eleições vão se definindo nos últimos dois ou três dias em Porto Velho, com verdadeiros efeitos manados driblando os institutos de pesquisas. Por isto empresários e políticos mais experientes estão catimbando o jogo, aguardando um cenário de definições num cenário completamente nublado, onde nem se sabe quem é quem nas paradas na peleja ao governo.
Via Direta
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