Segunda-feira, 7 de outubro de 2019 - 11h36

Um
dia, tão mais próximo quanto houver a capacidade de debater com qualidade os
problemas da Amazônia, a confusão reinante quanto à melhor forma de explorar os
recursos da floresta será passado. Mas além de diálogo e boa diplomacia, será
fundamental usar a tecnologia para determinar quais são as opções para alcançar
a melhor relação custo/benefício.
Um
dia, lá no passado, foi dito que a soja não daria certo na Amazônia. Deu.
Muitos sojicultores angustiados pensaram que jamais chegaria o dia em que a
devastadora praga da ferrugem começaria a ser vencida, mas esse dia também
chegou: um consórcio formado por empresas públicas e privadas de várias nações
anunciou em 30 de setembro a conclusão de estudos sobre o fungo Phakopsora pachyrhizi, o portador da
ferrugem.
Para
chegar a esses dias dois fatores foram decisivos: a ciência e a globalização,
em que as nações não brigam entre si, entre insultos, bombas e invasões, mas
cooperam em busca de soluções para a humanidade. Contra o mau humor dos
terraplanistas que detestam a ciência e a ignorância dos “ecologistas” de You
Tube, que acusam a soja de causar o desmatamento na Amazônia, a Embrapa
sentenciou, com dados até da Nasa, que a expansão da agricultura brasileira
será feita em pastagem degradada, sem derrubar nenhuma árvore. Menos
polarização e mais ciência viriam a calhar. Isso é pop.
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Racha no PSL
O
que já era especulado há meses no partido do governador Marcos Rocha, o PSL,
acabou acontecendo: um baita racha com vários fundadores da legenda, inclusive
cardeais, como Jaime Bagatolli, pulando fora da nau governista. A insatisfação
com a partilha do poder, desde o inicio da atual gestão, já sinalizava
desacordos entre os caciques liberais. O PSL é um partido rachado de Praia do Tamanduá
a Chê Guevara.
Nas capitais
As
primeiras sondagens eleitorais já começaram aparecer nas capitais e alguns
prefeitos que pleiteiam a reeleição estão em dificuldades. Em São Paulo, Bruno
Covas (PSDB), que sucedeu João Dória eleito governador está mal das pernas. No
Rio de Janeiro, o bispo Marcelo Crivela, urra, em Portro Velho o alcaide Hildon
Chaves (PSDB) tem predadores fortes no seu encalço. Apenas Rafael Grecca em
Curitiba está numa situação mais confortavel.
Juntos e misturados
Visando
se unir por uma causa comum, que é uma guerra para abaixar as tarifas da
Energisa, concessionária de energia em Rondônia e Acre, os deputados estaduais
de rondonienses foram visitar os colegas do Acre que também instalaram uma CPI
para apurar a prática tarifas tão pesadas, justamente numa região prordutora, que
conta com duas das maiores hidreletricas do País, que são Jirau e Santo
Antonio.
As tornozeleiras
Como
explicar tanto bandido na rua usando tonozeleiras eletronicas, roubando e
assaltando adoidado em Porto Velho? O que está acontecendo na central de
controle? Não bastasse, temos uma epidemia de drogados na capital rondoniense
praticando furtos. O centro histórico, com suas lojas e restaurantes, têm sido grande
alvo das cracolândias. Muitos profisisonais liberais já fecharam seus escritórios
na região central tantos assaltos. Coisa de louco!
Nas paradas
O
ex-prefeito de Candeias do Jamari e ex-deputado federal Lindomar Garçon (Republicanos)
têm exibido pesquisas para aliados onde seu nome comparece entre os três
possiveis candidatos com maiores intenções de votos para a eleição a prefeito
em 2020. Garçom, que já tubulou duas vezes na peleja pelo Paço Municipal na capital,
não desejaria nova refrega. Dizem que ele quer mostrar a Hildon Chaves – ou
outro candidato de ponta - que pode ser um bom vice na temporada.
Via Direta
***Agora ficou mais dificil expulsar o
senador Confucio Moura do MDB de Rondônia pelos adversários regionais, os
Raupps e Tomás Correia *** Ele foi eleito sábado vice-presidente nacional do
partido *** O estado de Rondônia
vivencia um grande momento no agronegócio *** O plantio da soja já começou
e projeta um aumento de 10 por cento na safra *** Os cafeicultores também festejam melhorias na produtividade e
qualidade *** E o pescado já é mais um imporante vetor na economia
rondoniense crescendo e se espichando em todas as reigões do estado *** Só falta a Câmara de Vereadores aprovar
o novo Plano Diretor de Porto Velho depois de um ano de audiências públicas
para ouvir a população *** Nesta temporada até a população dos distritos
foi consultada sobre o planejamento.
Domingo, 1 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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