Porto Velho (RO) segunda-feira, 21 de outubro de 2019
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Rondônia Inca

Banco da Amazônia lança livro sobre geoglifos do Acre


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Literatura a respeito do fenômeno resulta de monografia feita em 2010; geoglifos do Accre são hoje conhecidos no mundo /PLANETA COM VIDA


Patrocinado pelo Banco da Amazônia e publicado pela Editora Printac, o livro Geoglifos do Acre e a Proteção de Sítios Arqueológicos no Brasil, de autoria de Tiago Juruá Damo Ranzi, será lançado amanhã, às 19h30, na Biblioteca da Floresta, com a presença dos pesquisadores do Projeto Geoglifos Denise Schaan, Antonia Damasceno e Alceu Ranzi.
 

A obra busca contribuir com os estudos sobre os intrigantes geoglifos, que atraem a atenção de todo o mundo e ainda são objeto de questionamentos. O autor fez uma pesquisa sobre a proteção jurídica desses sítios arqueológicos no Brasil.


A obra é resultado da monografia de conclusão do curso de Direito pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali), de Santa Catarina, sob a orientação do professor Rafael Burlani, apresentada em 2007 e atualizada em 2010.


“Em 2009, apresentei ao Banco da Amazônia um projeto para a publicação do trabalho em livro. Após a aprovação, o texto foi atualizado com novas informações acerca dos geoglifos, recebendo ainda acréscimos dos fotógrafos Edison Caetano, Sérgio Vale e Diego Gurgel”, revela.
 

Inicialmente, a obra aborda a relação do Patrimônio Cultural com o Direito Ambiental e apresenta um histórico das Constituições e demais legislações que tratam da formação e proteção do patrimônio cultural no Brasil, a exemplo do instituto do tombamento. Inclui, ainda, comentários às consequências e responsabilidades dispostas na legislação para os danos causados aos geoglifos, bem como a competência de cada ente governamental e da sociedade quanto à proteção de sítios arqueológicos no Brasil.
 

Apesar de o tema ser jurídico, particularidade poderia remeter o leitor a uma linguagem mais técnica. Em geral, o texto da obra é simples e acessível, mesmo para pessoas que não são da área jurídica, servindo como importante fonte de consulta à sociedade em geral. “Gosto muito de escrever, e, mesmo com o rigor acadêmico que o estudo exigia, acabei escrevendo do meu jeito, de forma simples, evitando o 'juridiquês' bastante comum em trabalhos da área, e isso foi colocado como ponto positivo pela banca avaliadora”, lembra.

Sobre o autor

Tiago Juruá Damo Ranzi é biólogo e bacharel em Direito, formado respectivamente pela Universidade Federal de Santa Catarina e pela Univali. Entre 2005 e 2008 foi presidente da CAIPORA Cooperativa para Conservação da Natureza e atuou em diversos projetos ambientais na região de Florianópolis (SC). Trabalhou no Ministério Público do Estado do Acre, como Assessor Técnico-Jurídico da Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente, entre 2008 e 2009, período no qual participou ativamente do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (CEMACT) e da Comissão Temporária de Estudo sobre os Geoglifos do Acre, como representante do Ministério Público Estadual. Atualmente é Analista Ambiental Federal do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


Fonte: Agência de Notícias do Acre / Jackie Pinheiro
 

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