Quarta-feira, 18 de maio de 2022 - 09h03

Entramos
nisso que se chamou de "novo normal".
Basicamente trata-se de encarar a realidade excepcional (das condições de exceção, Estado de Exceção), com o "fim" do isolamento social, no pós-pandemia.
Mas o que é o "normal"?
Será excepcional viver com o mínimo de normalidade democrática, institucional!
Será, com certeza, porque nosso futuro construído hoje está chegando.
Com o mínimo de racionalidade e objetividade (logística e lógica, por exemplo), nós chegaremos lá.
Porém, hoje, isso é tão excepcional que nem lembramos mais o que é não ter Estado de Exceção.
O que é viver sem dissonância cognitiva na organização do poder?
O que é viver com alguma inteligência no comando da política – por mais que nossa realidade política seja um desastre contínuo?
Essas questões são tão hiperbólicas que, no dia a dia, esquecemos da força real da espiral que move a dialética, a mudança, a transformação.
Nossa subjetividade está tão atordoada, atolada na estultície, na bizarrice, na desordem neuronal, que nos esquecemos do que é viver sob o Princípio da Previsibilidade.
A única previsibilidade, aliás, são a ignorância e a brutalidade, uma forma aguda de imbecilidade.
Se é
que existe algo assim (ou existiu), podemos dizer que levará algum tempo para
retomarmos o rumo do equilíbrio, do bom senso.
Levará tempo para desarmar a "estupidez institucional".
Levará tempo, mas vamos fazer ressurgir o Estado de Direito Democrático – assim como a nossa dignidade e capacidade de pensar coisas boas e soluções honestas que suplantem a miséria social, estatal e governamental.
Hoje, parece muito distante, uma vez que o Fascismo criou um lapso profundo na inteligência mediana. Porém, nosso tempo haverá de chegar.
Será o tempo de sonhar e de lutar pelo aprofundamento da Justiça e da Razoabilidade.
Chegará o tempo de enterrar o lixo da história lá em Nuremberg.
Depois do golpe de Estado de 2016 – longos oito anos –, iremos reconstruir esse país, o seu Estado de Direito Democrático.
Vamos aprofundar o Estado de Direito Democrático; iremos superar a indignação resultante da mutilação da democracia, da República, da Federação.
Com
sonhos e lutas construtivas, faremos isso tudo.
Iremos reaprender a importância dos sonhos na construção da realidade do nosso povo.
Hoje, esse cenário se configura como um sonho, mas amanhã será realizado, com o fim do pesadelo fascista.
O
amanhã para nós não será uma tristeza normal.
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