Segunda-feira, 25 de outubro de 2021 - 10h21

A estrutura fascista é interessante para entender o bolsonarismo.
A lição é básica: ninguém virou fascista, justamente porque sempre o foram.
O mandatário é o catalisador, o Jin Jones que leva ao suicídio coletivo;
porém, dominado pela dissonância cognitiva – incapaz de suportar uma noção diferente ou de conviver com duas ideias conflitantes –, reduziu-se a um mero "Tim Tones".
A novidade, o reforço na linguagem e na comunicação, veio com as Fake News: a mentira programada e expandida pelo efeito enxame das redes sociais.
A isso poder-se-ia chamar de efeito enxame do Fascismo no século XXI
– de certa forma, quase o resultado "natural" da cultura de massas pós-moderna.
Hoje, para termos apenas um comparativo, é nítido como se despreza os clássicos, aqueles que nos levam a pensar a essência
– pois a essência é o reduto da crítica.
Esse conjunto de fatores pró-fascistas, aliado a outros tantos – como a preferência pelo cinismo ou a ironia sem trégua –, revelaria algo como o Fascismo a mercado, de pronta-entrega, no domicílio, na intimidade do leito de quem "engole" WhatsApp familiar.
É óbvio que não se deve esquecer da grande recompensa, do lucro e da acusação aos pobres: seria a receita de toda Teologia da Prosperidade.
Portanto, é no varejo, no retalho de cada consciência, que o Fascismo nos ataca.
Como grande atacadista, o Fascismo vende a morte como um sonho de vida.
Basta pensar que o mundo todo está precificado.
Aliás, Marte já tem bandeira de posse e propriedade.
Esse é o Fascismo no atacado e no varejo, entre a política, a precificação, a ideologia, a seita e a "religião como ópio do povo".
Também por isso não deixa de ser um Fascismo alucinado, alucinógeno, cheio de opioides e tarjas pretas.
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/10/24/conheca-a-linguagem-secreta-das-seitas---e-como-ela-penetrou-em-areas-inesperadas-do-nosso-cotidiano.htm
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