Quarta-feira, 6 de julho de 2011 - 18h03
As entidades mantidas pela Casa de Saúde Santa Marcelina vão receber nos próximos dias um novo reforço de medicamentos. Os remédios serão adquiridos, de acordo com a diretora administrativa, freira Lina Maria Ambiel, com os R$ 3 mil repassados à instituição pela 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho, em Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho da 14ª Região.
O juiz Francisco Montenegro Neto, auxiliar na 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho, concedeu liminar na ação civil, determinando que a empresa All Clean Empreendimentos não praticasse ou tolerasse, dentro de seus estabelecimentos, a prática de contratar trabalhadores sem realizar a anotação da carteira de trabalho, mesmo que temporário, sob pena de multa de R$ 1 mil reais por trabalhador prejudicado.
Em audiência presidida pela juíza Isabel Carla de Mello Moura Piacentini, titular da 2ª Vara, a empresa firmou acordo judicial assumindo a obrigação de cumprir integralmente a liminar concedida e ainda doar a quantia líquida de R$ 3 mil reais à Casa de Saúde Santa Marcelina.
O pagamento da multa por eventual descumprimento à decisão liminar, será revertido em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para que produza os efeitos pedagógicos aos proprietários da empresa. Segundo a juíza Isabel Carla de Moura Piacentini, a destinação do pagamento da multa e a doação a uma entidade assistencial local confere também ao repasse o princípio da dignidade humana, pois atende indiretamente trabalhadores vítimas de acidentes do trabalho.
De acordo com a procuradora do trabalho Paula Roma de Moura, do MPT de Rondônia e Acre, a decisão não tem o único objetivo de encerrar o dano contra o trabalhador, mas também contemplar uma entidade da região, como a Santa Marcelina, que já atua com programas de reinserção de pessoas que dependem inclusive de uso de próteses.
A diretora da entidade disse que toda ajuda financeira é bem vinda, pois a tabela de pagamento do SUS - Sistema Único de Saúde – está defasada e a instituição necessita de cerca de R$ 5 milhões por ano para garantir um atendimento de boa qualidade aos pacientes. (Processo 0263-2011-002-14-00-6)
Fonte: Ascom TRT 14
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