Sábado, 25 de junho de 2011 - 21h14
Desde 2008, quando a prefeitura de Porto Velho passou a investir no asfaltamento das ruas do bairro Ulisses Guimarães, o local tem se tornado um lugar melhor de se viver na cidade. Com a pavimentação das ruas, acabaram os alagamentos, a poeira sumiu e os imóveis valorizaram. Da ocupação desenfreada sobre a área sem nenhuma infraestrutura do final dos anos 80, o Ulisses se transformou num dos melhores bairros para se viver em Porto Velho.
Das 31 ruas do bairro, 21 já receberam o recapeamento asfáltico. A obra inclui drenagem e colocação de meio fio, sarjeta e calçada, serviço completo, feito pela Secretaria Municipal de Projetos e Obras Especiais (Sempre). Segundo a secretária adjunta, Silvana Cavol, as primeiras obras de asfalto começaram em agosto de 2008, através da inclusão do Ulisses Guimarães no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. “Já asfaltamos mais de 11 quilômetros, investindo quase R$ 8 milhões”, salientou a secretária.
A prioridade foi levar o asfalto às chamadas “ruas de baixo”, na parte do bairro mais vulnerável aos alagamentos. Com isso, 80% do bairro já recebeu a pavimentação, conforme calcula o presidente da associação de moradores local, Claudio Pereira dos Santos. O próximo passo será completar com as “ruas de cima”. Desta vez, as obras serão custeadas através de emendas parlamentares, já aprestadas em Brasília pelos deputados federais.
A secretária Silvana lista as oito próximas ruas que terão o benefício, a partir do final do ano, quando as emendas devem ser liberadas. Segundo ela, o asfalto vai chegar ainda nas ruas Altair, Mira, Polux, Libra, Belatrix, Sirus, Antônio Silva e Maringá, o que deverá deixar o Ulisses Guimarães com 100% de asfalto.
Valorização
O eletricista Eliel Silva, 45 anos, garante que sua casa, na rua Escorpião, valorizou 400% com o asfalto. “Antes, valia R$ 20 mil. Agora não vendo por R$ 80 mil”, conta. Eliel lembra que agora até mesmo o arraial pode ser feito no meio da rua, sem poeira e sem lama. “Mudou da água para o vinho”, salienta.
A aposentada Eoneide Oliveira, 67 anos, lembra que a Escorpião se transformava numa piscina quando chovia. “Tinha buraco muito fundo. No inverno alagava, no verão era poeira. Era muito triste”, lembra. Quando o asfalto ficou pronto, Eoneide promoveu até mesmo um culto na sua igreja em agradecimento pela obra. Os moradores agora querem a instalação de tartarugas (sonorizadores) em frente à Escola Mãe Trabalhadora, por causa das crianças.
Na rua Fênix, no mesmo bairro, as crianças não podiam brincar na rua antes do asfalto chegar. A dona de casa Valdiza Silva, 30 anos, passava trabalho com a poeira. “Agora todos brincam na rua”, comenta. Na avenida Afonso Rivero, a principal do bairro, o asfalto valorizou o comércio local e reaqueceu a economia. Segundo a associação de moradores, hoje são cerca de 70 estabelecimentos comerciais.
Fonte: Róbinson Gambôa
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