Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 - 09h29

A Coreia do
Norte é inimiga dos Estados Unidos desde que terminou a fatídica Guerra da
Coreia entre 1950 e 1953. Conflito este que dividiu a península coreana e que contabilizou
entre três e seis milhões de mortos. Os norte-americanos, como sempre, foram os
maiores protagonistas daquele morticínio. Durante a maior parte dessa guerra, o presidente dos EUA era Harry Truman, que iniciou o envolvimento americano, e foi sucedido
por Dwight Eisenhower, que estava no cargo quando o
armistício foi assinado, encerrando os combates em 1953. Não houve vencedores e
até hoje tecnicamente os dois países asiáticos ainda estão em guerra. O Norte
ficou com os comunistas com sua capital em Pyongyang. Já a parte sul do
paralelo 38, capitalista, ficou com capital em Seul. Estados Unidos financiavam
a Coreia do Sul, enquanto China e URSS ajudavam o Norte.
Fala-se que Estados Unidos se
retiraram daquela guerra apenas para evitar um confronto direto com a China ou
mesmo com a poderosa União Soviética, que já tinha desenvolvido a sua bomba
atômica anos antes. A imensa maioria dos presidentes norte-americanos sempre
foi covarde. Basicamente esse amaldiçoado país só agride e ataca países
pequenos e sem a menor capacidade militar de se defenderem. Foi assim na
Coreia, no Vietnã, na República Dominicana, na Síria, na Somália, no Panamá, no
Iraque, no Afeganistão, no Iêmen, no Irã e mais recentemente na Venezuela. O
roteiro é sempre o mesmo: inventa-se uma desculpa qualquer e em pouco tempo os
marines se apossam das riquezas do país invadido. Logo depois os governos
americanos roubam todos os recursos naturais que encontram e deixam um rastro
de morte, destruição e fome sem precedentes.
Os líderes da Coreia do Sul apostaram
num sistema que priorizou a Educação como a mola propulsora do progresso e do
desenvolvimento, enquanto a Coreia do Norte apostou num regime ditatorial e de
partido único, que eles disseram equivocadamente que se tratava do Comunismo.
Com milhões de dólares chegando ao Sul e com uma Educação de altíssima
qualidade, o novo país se desenvolveu rápido e hoje é uma das maiores potências
econômicas do mundo. O Norte, “comunista”, priorizou o
desenvolvimento na defesa e em armas nucleares, enquanto grande parte de sua
população passa fome e necessidades. A Coreia do Norte tem hoje um arsenal de
armas nucleares e de mísseis balísticos intercontinentais. E é rival declarada
também do Japão e de sua vizinha do Sul. Os norte-coreanos têm hoje mísseis
capazes de atingir os EUA em questão de 30 minutos.
Acredita-se que a Coreia do Norte tenha atualmente um programa
de armas nucleares de aproximadamente 50 bombas atômicas e produção suficiente
de material físsil para seis a sete armas nucleares por ano. Além disso, tem
mísseis nucleares potentes capazes de atingir Los Angeles ou Nova Iorque em
minutos. Isso sem falar que Seul, a desenvolvida capital da Coreia do Sul está
a menos de 50 quilômetros de distância. Tóquio, no Japão, também está muito
próxima e bem ao alcance das armas de Kim Jong-un, o líder do país. Covarde, mole e medroso
como é, duvido que o “Laranjão” Donald Trump tente qualquer
gracinha com a Coreia do Norte. O déspota norte-americano sabe com quem mexe. Trump
prendeu Nicolás Maduro para roubar o petróleo da Venezuela. Mataram Saddam
Hussein do Iraque com o mesmo propósito de saquear o país e também Manuel
Noriega do Panamá. Com a Coreia do Norte “o buraco é mais embaixo”.
Frouxo!
*Foi Professor em Porto Velho.
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