Segunda-feira, 15 de dezembro de 2025 - 10h05

Se você, por algum momento, ou por qualquer motivo, acreditou realmente que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alguma vez se preocupou com o futuro do Brasil quando impôs sanções a autoridades brasileiras, sinto muito decepcioná-lo, mas você cometeu um terrível erro de avaliação. É pura ilusão crer que o Brasil compõe o mosaico das preocupações do presidente americano. Move-o os interesses do seu país e o bem-estar do seu povo e, como empresário, seus interesses pessoais e de amigos, como Elon Musk.
No fundo, Donald Trump está andando e cagando para o Brasil.
Dane-se o Brasil com sua corrupção crônica e seus problemas sociais
intermináveis! A suspensão de sanções impostas a autoridade brasileira não
correu por acaso. Teve um preço. E um preço muito alto, que o povo brasileiro
terá de pagar de um jeito ou de outro. Ou você é ingênuo a ponto de acreditar
que Trump recuou na sua decisão porque é bonzinho, ou, então, porque deixou-se
seduzir pelos argumentos do presidente Lula de que a medida era injusta. Nada
disso. Trump exigiu muito do Brasil. Não foi pouca coisa. Logo a fatura vai
chegar. E o Brasil terá que pagá-la, integralmente. Nada de pagar o valor
mínimo.
O governo brasileiro terá de cumprir um pacote de exigências. Na mira de Trump estão as terras raras brasileiras para a exploração de minerais como nióbio. O Brasil controla mais de 90% da produção global desse recurso natural. Trump foi pragmático. Como ensina o dito popular, “Mateus, primeiro os meus, ou seja, em primeiro lugar os interesses dos americanos. À primeira vista, pode até parecer uma atitude egoísta, mas, no mundo da geopolítica, é assim que as coisas funcionam. Achei que o que o governo brasileiro não fosse arregar para Donald Trump, mas arregou. Agora, só nos resta pagar a fatura imposta pelo presidente dos Estados Unidos. Nesse caso, não foram apenas os anéis, mas, também, os dedos.
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